Programa da Paróquia
sexta-feira, 10 de março de 2023
Celebração do Dia da Mulher nos Casais de Matos
No Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2023, juntou-se um grupo de mulheres de várias gerações, dos Casais de Matos, para celebrar o seu dia. Na celebração, pediu-se à Senhora da Guia a orientação, luz e guia para todas as mulheres, e lembraram-se também as que já partiram. Para muitas das presentes, seguiu-se um jantar de convívio.
A fonte da água de vida eterna
12 de março de 2023 | 3.º Domingo da Quaresma
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Muitas lendas falam de uma fonte que rejuvenesce, deixa as pessoas eternamente jovens... Não é propriamente disso que Jesus fala quando afirma, à mulher samaritana, que «quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente que jorra para a vida eterna».
Esta «água» é o próprio Espírito, aquele que é capaz de transformar radicalmente o ser de quem se abre à novidade de Jesus, esse Espírito que é o Amor de Deus que impele ao Amor aos outros, esse Espírito capaz de fazer de todos uma única família. Aquela mulher procurava matar uma sede, mas, no encontro com Jesus, percebeu que a sua sede mais profunda, só em Jesus encontra a fonte (na imagem, o artista faz-nos perceber como Jesus se confunde com o próprio poço, Ele é o poço...): por isso deixa o seu cântaro e corre para anunciar aos outros aquilo que eles próprios confirmam: «Nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo».
Mais que uma água que nos deixa jovens de corpo, Jesus dá-nos uma água que nos faz construtores de um mundo rejuvenescido constantemente pelo Espírito, e nos abre à esperança da eterna juventude do Amor em Deus.
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Muitas lendas falam de uma fonte que rejuvenesce, deixa as pessoas eternamente jovens... Não é propriamente disso que Jesus fala quando afirma, à mulher samaritana, que «quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente que jorra para a vida eterna».
Esta «água» é o próprio Espírito, aquele que é capaz de transformar radicalmente o ser de quem se abre à novidade de Jesus, esse Espírito que é o Amor de Deus que impele ao Amor aos outros, esse Espírito capaz de fazer de todos uma única família. Aquela mulher procurava matar uma sede, mas, no encontro com Jesus, percebeu que a sua sede mais profunda, só em Jesus encontra a fonte (na imagem, o artista faz-nos perceber como Jesus se confunde com o próprio poço, Ele é o poço...): por isso deixa o seu cântaro e corre para anunciar aos outros aquilo que eles próprios confirmam: «Nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo».
Mais que uma água que nos deixa jovens de corpo, Jesus dá-nos uma água que nos faz construtores de um mundo rejuvenescido constantemente pelo Espírito, e nos abre à esperança da eterna juventude do Amor em Deus.
sexta-feira, 3 de março de 2023
Deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado
5 de março de 2023 | 2.º Domingo da Quaresma
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Numa cena carregada de simbolismo retirado do Antigo Testamento, Jesus é-nos apresentado como o Filho de Deus na sua glória, transfigurando-se diante dos discípulos. A sua vida, vivida pela lógica do amor, não se destina ao fracasso, mesmo que passe pela cruz: no dom de si mesmo, concretiza-se o projeto salvador do Pai, fonte dessa vida plena na ressurreição.
No caminho quaresmal de penitência e conversão, assegura-nos que vale a pena arriscar descer do monte e trilhar, também nós, um caminho de doação, pegando na cruz e caminhando para a Páscoa da ressurreição: deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado.
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Numa cena carregada de simbolismo retirado do Antigo Testamento, Jesus é-nos apresentado como o Filho de Deus na sua glória, transfigurando-se diante dos discípulos. A sua vida, vivida pela lógica do amor, não se destina ao fracasso, mesmo que passe pela cruz: no dom de si mesmo, concretiza-se o projeto salvador do Pai, fonte dessa vida plena na ressurreição.
No caminho quaresmal de penitência e conversão, assegura-nos que vale a pena arriscar descer do monte e trilhar, também nós, um caminho de doação, pegando na cruz e caminhando para a Páscoa da ressurreição: deixar-se transfigurar em Cristo transfigurado.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023
Olhar as nossas opções à luz das de Jesus
26 de fevereiro de 2023 | 1.º Domingo da Quaresma
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Depois do batismo, e antes de iniciar o anúncio do Evangelho, contam os evangelhos que Jesus passa quarenta dias no deserto e é tentado. Este é um texto programático que nos fala das opções de Jesus: não escolhe um caminho de realização material, não opta pelo êxito fácil, não quer o poder… Jesus é o Messias que vem numa atitude diferente: de entrega, de serviço, de obediência à vontade do Pai.
A tentação é sempre sedutora: e como seria tão mais «certo» e «fácil» se Deus se impusesse, poderíamos até pensar. Quantas vezes não queremos um Deus que resolva as nossas questões materiais, que demonstre todo o seu poder em magníficos milagres, que mude as formas de viver e de pensar das (outras) pessoas e acabe com todas as injustiças do mundo…?!
Mas o Deus de Amor, assumido e revelado em Jesus Cristo, não segue estas lógicas. E faz-nos também pensar naquilo que são as seduções/tentações que nos cercam e que, tantas vezes, parecem o melhor caminho… Faz-nos pensar que também nós somos convidados ao serviço, à entrega, a fazer-nos pequenos, indo ao encontro do outro como um dom, escutando o dom da palavra de Deus.
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Depois do batismo, e antes de iniciar o anúncio do Evangelho, contam os evangelhos que Jesus passa quarenta dias no deserto e é tentado. Este é um texto programático que nos fala das opções de Jesus: não escolhe um caminho de realização material, não opta pelo êxito fácil, não quer o poder… Jesus é o Messias que vem numa atitude diferente: de entrega, de serviço, de obediência à vontade do Pai.
A tentação é sempre sedutora: e como seria tão mais «certo» e «fácil» se Deus se impusesse, poderíamos até pensar. Quantas vezes não queremos um Deus que resolva as nossas questões materiais, que demonstre todo o seu poder em magníficos milagres, que mude as formas de viver e de pensar das (outras) pessoas e acabe com todas as injustiças do mundo…?!
Mas o Deus de Amor, assumido e revelado em Jesus Cristo, não segue estas lógicas. E faz-nos também pensar naquilo que são as seduções/tentações que nos cercam e que, tantas vezes, parecem o melhor caminho… Faz-nos pensar que também nós somos convidados ao serviço, à entrega, a fazer-nos pequenos, indo ao encontro do outro como um dom, escutando o dom da palavra de Deus.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
Cinzas marcam início da Quaresma
Esta quarta-feira, dia 22 de fevereiro, começa o tempo da Quaresma, 40 dias que nos preparam para a grande solenidade da Páscoa. As cinzas, no início desta caminhada, recordam-nos não apenas a nossa fragilidade, que sempre desafia à conversão, mas também a renovação pascal que da morte faz brotar a vida.
Às 19h30 haverá a celebração da Eucaristia com a imposição das cinzas, na igreja paroquial da Calvaria.
Esta Quarta-feira de Cinzas traz também o convite a marcar este “tempo oportuno” da Quaresma com os sinais da oração, do jejum e da esmola. Pela oração, aprofundar o encontro com o Deus que nos renova, e nos ajuda a olhar mais profundamente para nós mesmos para sabermos deixar-nos purificar (o jejum é expressão deste deixar de lado o que está a mais, da renúncia ao supérfluo) e a estarmos mais atentos aos outros, pela partilha (ou esmola).
O que poupamos, aquilo a que renunciamos, somos convidados a partilhar na chamada renúncia quaresmal. O que entregarmos, juntamente com todos os outros fiéis da nossa diocese de Leiria-Fátima será, este ano, entregue metade para apoio às vítimas do sismo da Síria e na Turquia, e a outra metade para ajuda à Igreja na Ucrânia, vítima da guerra.
O Papa Francisco escreveu para esta Quaresma uma mensagem com o tema «Ascese quaresmal, itinerário sinodal», que pode ser lida AQUI.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023
Um caminho de amor
19 de fevereiro de 2023 | 7.º Domingo do Tempo Comum
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O ponto de partida de Jesus é sempre o Amor de Deus. É com essa referência que termina o texto do Evangelho que escutamos neste Domingo: «sede perfeitos, como o vosso pai celeste é perfeito». Continuamos no monte das bem-aventuranças a escutar Jesus que fala aos seus discípulos, dando-lhe os mandamentos que vão completar a Lei recebida no alto de um outro monte, por Moisés. E o que Jesus diz parece ser de uma exigência a toda a prova: oferecer a outra face, amar os inimigos, rezar pelos que nos perseguem... Será possível?
Jesus propõe este caminho porque sabe que é possível: é esse o amor que Deus vive, é essa a vida que Ele próprio assume. Não se trata de uma utopia, mas de uma realidade que pode encarnar na vida daqueles que se deixam amar por Deus e iluminar pela sua divina lógica. Caminho de «perfeição» que revoluciona aqueles que a assumem como projeto de vida, que desafia a ousar mais, a não se deixar envolver pelas lógicas mundanas, a olhar mais alto, a encontrar o paradigma no Deus que nos criou à sua imagem e semelhança.
O ponto de partida é sempre o Amor de Deus. E o ponto de chagada também. Viver a vida entre estes dois pontos só faz sentido também no Amor. Mesmo que nem sempre se consiga, deixar-se envolver pelo Amor de Deus para o desejar sempre mais...
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O ponto de partida de Jesus é sempre o Amor de Deus. É com essa referência que termina o texto do Evangelho que escutamos neste Domingo: «sede perfeitos, como o vosso pai celeste é perfeito». Continuamos no monte das bem-aventuranças a escutar Jesus que fala aos seus discípulos, dando-lhe os mandamentos que vão completar a Lei recebida no alto de um outro monte, por Moisés. E o que Jesus diz parece ser de uma exigência a toda a prova: oferecer a outra face, amar os inimigos, rezar pelos que nos perseguem... Será possível?
Jesus propõe este caminho porque sabe que é possível: é esse o amor que Deus vive, é essa a vida que Ele próprio assume. Não se trata de uma utopia, mas de uma realidade que pode encarnar na vida daqueles que se deixam amar por Deus e iluminar pela sua divina lógica. Caminho de «perfeição» que revoluciona aqueles que a assumem como projeto de vida, que desafia a ousar mais, a não se deixar envolver pelas lógicas mundanas, a olhar mais alto, a encontrar o paradigma no Deus que nos criou à sua imagem e semelhança.
O ponto de partida é sempre o Amor de Deus. E o ponto de chagada também. Viver a vida entre estes dois pontos só faz sentido também no Amor. Mesmo que nem sempre se consiga, deixar-se envolver pelo Amor de Deus para o desejar sempre mais...
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
Casais dos Matos celebrou Padroeira
No domingo 12 de fevereiro, a comunidade dos Casais de Matos reuniu-se para a celebração festiva da sua Padroeira, Nossa Senhora da Guia. O momento de encontro começou com o almoço, no Salão de Convívio dos Casais de Matos, com a presença de muitos dos habitantes do lugar, e mais familiares. Às 16h, a igreja tornou-se pequena para todos os que quiseram celebrar a Eucaristia, nesta época que era marcada pela partida dos resineiros para os trabalhos fora da terra, e na qual se pedia a proteção e auxílio de Nossa Senhora.
Após a celebração, na qual se salientou que o título de "Guia" tem o sentido de nos deixarmos encaminhar por Maria, que nos encaminha sempre para Jesus, a Luz que verdadeiramente devemos procurar deixar que ilumine a nossa vida, pela sua palavra e ação, realizou-se uma pequena procissão com o andor da Padroeira.
Seguiu-se a apresentação do projeto de restauro interior da igreja, pelo Arq. Humberto Dias. No centro da ideia apresentada, está precisamente o mundo dos resineiros e dos pinhais: o altar, pensado como um "pinhal" de 12 pilares, que sustenta a mesa do altar; o ambão, continuando a ideia do "pinhal", de quatro pilares, tantos quanto os Evangelistas; as paredes parcialmente forradas a madeira; e a porta mais aberta para acolher e enviar.
A tarde continuou em convívio, também com as tradicionais filhoses e café da avó.
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