28 de janeiro de 2018 | 4º Domingo do Tempo Comum
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
O texto do Evangelho deste Domingo põe-nos diante da "autoridade" de Jesus, nas suas palavras e nas suas ações.
A palavra de Jesus tem a autoridade por ser proferida por Ele: não se trata de transmitir conteúdos teóricos, mas de dar a conhecer o próprio Mistério de Deus que apenas Ele, o Filho de Deus, pode de verdade dar a conhecer. Autoridade da palavra que é testemunho, e que se faz testemunho, pelas ações que acompanham a palavra. Autoridade que se revela no facto de ser pronunciada totalmente para o bem de quem a escuta, uma palavra que faz o bem, e que não busca o próprio interesse mas a libertação de quem a escuta.
A ação de Jesus é também reveladora desta autoridade ao libertar o homem do "espírito impuro": o espírito impuro de quem confessa a verdadeira fé («sei quem Tu és: o Santo de Deus»), mas que não quer ter nada a ver com Ele («Que tens Tu a ver connosco?»): este é o verdadeiro "espírito impuro", o "diabólico" (à letra, a palavra significa: o que separa) que existe no homem, que o faz viver "separado", quase esquizofrénico, entre o que crê e o que vive... É este espírito que Jesus tem a autoridade para revelar e expulsar. E com ele expulso, o homem encontra então plenamente a sua liberdade. Não sem dor, que a verdadeira liberdade custa: o homem é agitado violentamente e grita.
A palavra de Jesus não é "adoçada": revela o mal e enfrenta-o! A palavra de Jesus tem autoridade porque é libertadora das divisões interiores que o atormentam, tem autoridade porque é sacramental, torna presente e atuante a salvação de Deus.
Programa da Paróquia
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
sábado, 20 de janeiro de 2018
O tempo de Deus
21 de janeiro de 2018 | 3º Domingo do Tempo Comum
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
«Cumpriu-se o tempo», são as primeiras palavras que o evangelista Marcos mete na boca de Jesus. É o início da sua pregação, que é também o início deste tempo novo, o tempo em que o Reino começa a manifestar-se de uma forma explícita no mundo dos homens. Com Jesus, inaugura-se um tempo novo que, para ser acolhido, precisa de uma atitude livre e ativa: arrependimento, ou conversão; e acreditar no Evangelho.
Conversão, é o que de mais imediato se vê na atitude dos primeiros discípulos que Jesus chama: Simão e André, Tiago e João, deixam logo as redes, o barco e a família, e assumem uma nova vida. Conversão é esta vida assumida com uma lógica nova: a do seguimento de Jesus.
Acreditar no Evangelho, é o que possibilita esta atitude de conversão: encontrando em Jesus aquele que vale a pena seguir, aderem à sua Palavra, acolhem o desafio, fazem da Boa Nova a razão da sua vida.
Com eles começa a comunidade do Reino, daqueles que fazem o caminho da conversão à luz da fé. Por isso, também eles são já parte deste novo tempo de Deus. Com eles, todos são desafiados a transformar os tempos. Eles não eram «especiais»: eram pessoas normais como o são hoje cada um de nós. Teremos a capacidade de responder desta forma imediata e radical? Teremos tempo para o tempo de Deus em nós?
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
«Cumpriu-se o tempo», são as primeiras palavras que o evangelista Marcos mete na boca de Jesus. É o início da sua pregação, que é também o início deste tempo novo, o tempo em que o Reino começa a manifestar-se de uma forma explícita no mundo dos homens. Com Jesus, inaugura-se um tempo novo que, para ser acolhido, precisa de uma atitude livre e ativa: arrependimento, ou conversão; e acreditar no Evangelho.
Conversão, é o que de mais imediato se vê na atitude dos primeiros discípulos que Jesus chama: Simão e André, Tiago e João, deixam logo as redes, o barco e a família, e assumem uma nova vida. Conversão é esta vida assumida com uma lógica nova: a do seguimento de Jesus.
Acreditar no Evangelho, é o que possibilita esta atitude de conversão: encontrando em Jesus aquele que vale a pena seguir, aderem à sua Palavra, acolhem o desafio, fazem da Boa Nova a razão da sua vida.
Com eles começa a comunidade do Reino, daqueles que fazem o caminho da conversão à luz da fé. Por isso, também eles são já parte deste novo tempo de Deus. Com eles, todos são desafiados a transformar os tempos. Eles não eram «especiais»: eram pessoas normais como o são hoje cada um de nós. Teremos a capacidade de responder desta forma imediata e radical? Teremos tempo para o tempo de Deus em nós?
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Para casais e famílias, a partir da exortação "Amoris laetitia" do Papa Francisco
O Papa Francisco apresentou, em março de 2016, a exortação apostólica Amoris laetitia, sobre a alegria do amor na família, dirigida de um modo particular aos casais e às famílias.
Para refletir sobre os seus conteúdos essenciais, haverá 3 encontros no centro pastoral da Batalha, para as paróquias da nossa vigararia, orientados por grupos de casais.
Convidam de forma particular os casais da paróquia, e todos os interessados em aprofundar o conhecimento sobre este documento do Papa, a participar nestes tempos de reflexão e diálogo sobre diversos âmbitos da realidade familiar. Os encontros serão às 21h, nas sextas-feiras 26 de janeiro, 16 de fevereiro e 2 março de 2018.
Onde moras? Vinde ver...
14 de janeiro de 2018 | 2º Domingo do tempo Comum
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
André e o outro discípulo andavam à procura... Estavam com João Baptista, mas quando este apontou para Jesus, eles não hesitaram em começar uma nova aventura, e seguir Jesus. Jesus olha para trás, vê que O seguem, pergunta-lhes o que querem: e eles querem apenas demorar-se com Aquele que João indicara como o «Cordeiro de Deus».
Estar em casa de Jesus é partilhar da sua vida, entrar na sua intimidade: encontram-se de verdade com Aquele que podem depois anunciar como o Messias. E Simão, levado por André a conhecer Jesus, acolhe dele uma nova identidade: será Cefas, Pedro, a pedra desta nova comunidade nascente, a comunidade dos que aceitam o desafio de seguir Jesus, de se demorarem com Ele em casa, de O aceitarem como o Ungido do Senhor que realiza a nova aliança entre Deus e os homens, o Cordeiro que imolado na cruz dá aos homens a Vida Eterna
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
André e o outro discípulo andavam à procura... Estavam com João Baptista, mas quando este apontou para Jesus, eles não hesitaram em começar uma nova aventura, e seguir Jesus. Jesus olha para trás, vê que O seguem, pergunta-lhes o que querem: e eles querem apenas demorar-se com Aquele que João indicara como o «Cordeiro de Deus».
Estar em casa de Jesus é partilhar da sua vida, entrar na sua intimidade: encontram-se de verdade com Aquele que podem depois anunciar como o Messias. E Simão, levado por André a conhecer Jesus, acolhe dele uma nova identidade: será Cefas, Pedro, a pedra desta nova comunidade nascente, a comunidade dos que aceitam o desafio de seguir Jesus, de se demorarem com Ele em casa, de O aceitarem como o Ungido do Senhor que realiza a nova aliança entre Deus e os homens, o Cordeiro que imolado na cruz dá aos homens a Vida Eterna
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Encontro Vicarial de Catequese
No próximo dia 19 de janeiro, pelas 21h, no salão paroquial da Batalha, vai realizar-se o Encontro Vicarial de Catequese, com o tema "Catequese: a alegria do encontro com Cristo". Orienta o encontro o Diácono Paulo Campino, diretor do Secretariado Diocesano da Catequese de Santarém.O encontro destina-se aos catequistas e pais das paróquias da vigararia da Batalha, e terá como base de reflexão o documento da Conferência episcopal Portuguesa recentemente editado, no qual se lança as perspetivas para a catequese atual em Portugal.
A entrada é livre. Aqueles que tiverem o documento são convidados a levá-lo consigo. No final do encontro haverá um tempo de convívio.
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
"Viemos do Oriente visitar o Rei"
No passado domingo, na solenidade da Epifania do Senhor, o Evangelho em que São Mateus narra como os magos vão até Belém visitar Jesus e oferecer-lhe os seus presentes, foi proclamado também com a ajuda da imagem viva: na gruta, junto ao altar, a representação da Sagrada Família, com os anjos a acompanhar. Percorrendo todo a igreja, entraram os magos com os seus presentes que foram depositar aos pés de Jesus. Tudo sob o olhar atenta de muitos pastores que, no final, se juntaram também junto do presépio de Belém.
A iniciativa da catequese da Calvaria ajudou a entrar dentro dessa caminhada que, como os magos, todos são chamados a fazer: estar atento para reconhecer a Luz que é Jesus; não ter medo de se meter ao caminho para se encontrar com Ele; adorá-l'O e ofercer-Lhe o que somos; para voltar "por outro caminho" para a vida de cada dias, renovados pela alegria do encontro com Jesus Cristo.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Procurar o bem, como os magos
7 de janeiro de 2018 | Solenidade da Epifania do Senhor
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Quantos homens e quantas mulheres, do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul, como estes magos procuram o bem, se sentem viandantes, a caminho, se exercitam a reconhecer a salvação como humanização e trabalham para que o humano seja sempre mais humano. Saibam-no ou não, são pessoas para as quais cada criança que nasce, cada humano que vem ao mundo surge com a dignidade de um rei; surge como um irmão ou uma irmã que espera de nós o nosso ouro (o que temos), o nosso incenso (o perfume libertado pela nossa presença), a nossa mirra (o que sabemos sacrificar de nós próprios, gastando a vida pelo outro).
[excerto do texto de Enzo Bianchi, "Epifania, manifestação de anti-realeza de Jesus"; texto completo AQUI]
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Quantos homens e quantas mulheres, do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul, como estes magos procuram o bem, se sentem viandantes, a caminho, se exercitam a reconhecer a salvação como humanização e trabalham para que o humano seja sempre mais humano. Saibam-no ou não, são pessoas para as quais cada criança que nasce, cada humano que vem ao mundo surge com a dignidade de um rei; surge como um irmão ou uma irmã que espera de nós o nosso ouro (o que temos), o nosso incenso (o perfume libertado pela nossa presença), a nossa mirra (o que sabemos sacrificar de nós próprios, gastando a vida pelo outro).
[excerto do texto de Enzo Bianchi, "Epifania, manifestação de anti-realeza de Jesus"; texto completo AQUI]
Subscrever:
Mensagens (Atom)





