Programa da Paróquia

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Celebrar o dom dos 75 anos de vida


O domingo da solenidade de Cristo Rei, 22 de novembro de 2020, foi a data escolhida pelo grupo dos nascidos em 1945 celebrar o dom dos 75 anos de vida, na continuidade do que se realizou no passado ano. A "Festa dos 75" junta todos os que, na paróquia da Calvaria, querem marcar este jubileu natalício com um momento de ação de graças, associando a esta data a invocação do Sagrado Coração de Jesus.

Este ano, juntaram-se 11 aniversariantes, num ambiente que, apesar das restrições provocadas pela pandemia, não deixou de ser vivido em tom festivo, centrado apenas na celebração da Eucaristia, às 15h, na igreja paroquial, na qual se juntaram também alguns familiares, os jovens que animaram a celebração, e elementos da Comissão da Festa em honra de Santa Marta de 2021.

Este ano ficou marcado pela bênção de uma nova bandeira para a Paróquia, com a imagem do Sagrado Coração de Jesus de um dos lados, e a imagem de Santa Marta do outro. Durante a celebração recordou-se também a festa em honra de Santa Marta realizada há 25 asnos, por este grupo, com o prospeto dessa festa, e uma cópia entregue a cada um dos aniversariantes. Recordaram-se também os nascidos em 1945 já falecidos.

Após a celebração, e com todos os cuidados de distanciamento, não se deixou de cantar os parabéns e de entregar uma fatia de bolo a todos os que se juntaram neste dia de memórias e do encontro e convívio possível nestes tempos de maior confinamento.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

O critério do juízo é o amor

22 de novembro | 34º e Último Domingo | Solenidade de Cristo Rei
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O ano pastoral termina com uma parábola em que Mateus que nos coloca perante o Filho do homem na sua glória que, como pastor, separa para um lado os que praticaram as obras de misericórdia, para outro lado os que as não praticaram.

Comentando este texto, escreve D. António Marto: «O critério do juízo é o amor manifestado nas obras da misericórdia». E continua: «Já não se pode separar Cristo dos necessitados, dos pobres. O que se faz de bem a eles, é ao próprio Cristo que se faz. Não os servindo, não se serve a Cristo. Jesus é amado no amor de uns pelos outros. Nesta passagem, Jesus enumera as obras de misericórdia. A salvação ou a ruína passam por estes pequenos/grandes gestos quotidianos. Todos podemos percorrer o caminho das obras de misericórdia, atualizando-as nos dias de hoje. Elas são os sinais postos no caminho do amor». (Chamados à caridade, carta pastoral de 2010).

Ao terminar mais um ano, ao jeito de balanço (mesmo que nestas coisas não haja uma contabilidade muito certa…), entrando dentro do imaginário da parábola, e tendo como referência apenas este último ano, um ano "especial" em que a pandemia nos desafia a um cuidado reforçado aos mais necessitados, o que me diria este pastor-juiz? "Vem, bendito"... ou "afasta-te, maldito"?

sábado, 14 de novembro de 2020

Festa dos Nascidos em 1945

Os nascidos em 1945, que completam 75 anos neste ano de 2020, são convidados para a Festa do Sagrado Coração de Jesus, no domingo 22 de novembro, dia de Cristo Rei.

No atual contexto, poderá apenas ser celebrada a Missa, às 15h, na igreja paroquial em ação de graças, e em sufrágio pelos que já partiram. Será uma oportunidade para o encontro e a celebração do dom da vida neste 75º aniversário.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Recebemos talentos: o que fazemos deles?

15 de novembro de 2020 | 33º Domingo do Tempo Comum
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Quando nos aproximamos do final do ano litúrgico, o Evangelho deste domingo fala-nos de um homem que parte, mas que confia os seus bens (talentos) pelos seus servos. Uma parábola que não deixa de se referir ao próprio Jesus que, ao partir, confia os seus dons aos discípulos, para que deles cuidem e os façam render. E são muitos esses dons: em primeiro lugar o próprio Espírito Santo, o próprio Deus em nós. E todos os outros: a sua Palavra, os Sacramentos, os valores do Evangelho, o mandamento do amor e do serviço, a partilha, o perdão, a fraternidade, as capacidades pessoais de cada um de nós, a comunidade cristã dos discípulos que se reúnem em Igreja...

Quando cuidamos destes dons, e os pomos as render, eles fazem-nos crescer. Mas se os escondemos, podemos até nos esquecer que os temos, e podem deixar de contar para nós. Naturalmente que a parábola dos talentos traz consigo uma chamada de atenção: como estou a cuidar dos dons que Deus me dá? É preciso estar atento, não se deixar cair nas rotinas e comodismos, não podemos demitir-nos de nos envolver na construção do Reino, deixar para os outros aquilo que nos pertence a nós fazer. Não podemos, como diz o Papa na mensagem para o Dia Mundial do Pobre que celebramos neste domingo, ficar "com as mãos nos bolos": é preciso "estender a mão", fazer render os bens que Deus nos deu, colocarmo-nos ao serviço, na certeza de que não estamos sós, e não nos salvamos sozinhos.

Como discípulos de Jesus, não podemos deixar de nos envolver na construção do Reino, para que os dons de Deus cheguem a todos e a cada um. Pode cada um questionar-se: o que me compete a mim fazer?


terça-feira, 10 de novembro de 2020

Recolha de bens alimentares e de higiene

Recolha de bens alimentares e de artigos de higiene no Dia Mundial dos Pobres 2020, na paróquia da Calvaria, de 14 a 22 de novembro.


De 14 a 22 de novembro, na igreja paroquial da Calvaria, estará um cesto para recolher as ofertas que cada um quiser dar, sendo o mais necessário, neste momento, os bens alimentares não perecíveis e artigos de higiene e limpeza. Estes bens são recolhidos pela Conferência São Vicente de Paulo da Paróquia que os fará chegar junto das famílias mais carenciadas da Comunidade.

"Este a tua mão ao pobre" é o tema escolhido pelo Papa Francisco para o IV Dia Mundial dos Pobres, que ocorre no domingo, 15 de novembro. Na mensagem para este Dia, o Papa salienta que foram muitas as mãos estendidas ao longo deste tempo da pandemia, mas que este tempo também mostrou tantos rostos diferentes de pobreza. Estender a mão é um gesto que traz sentido à vida de quem é capaz de ir ao encontro do outro, mas é também "um convite à responsabilidade, sob forma de empenho direto, de quem se sente parte do mesmo destino. É um encorajamento a assumir os pesos dos mais vulneráveis".

A mensagem do Santo Padre para este Dia Mundial dos Pobres pode ser lida AQUI.


segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Crianças do 1º ano acolhidas na Comunidade

Grupo de São Jorge

No início de cada novo ano, a comunidade paroquial é convidada a dar as boas vindas às crianças que iniciam o seu percurso catequético, com a Festa do Acolhimento. Neste ano de 2020, a Paróquia tem inscritas 16 crianças para o 1º catecismo, 10 no centro da Calvaria e 6 em São Jorge. Crianças e pais foram convidados para as celebrações paroquiais dos dias 7 e 8 de novembro. O grupo de São Jorge viveu esta Festa na celebração vespertina de sábado, e o da Calvaria na celebração da manhã de domingo.

Além de se apresentarem à Comunidade, as crianças que agora iniciam a sua caminhada na catequese paroquial, disseram que queriam tornar-se cada vez mais amigas de Jesus e, para isso, ir sempre à Catequese. Os pais, e toda a Comunidade, também se comprometeram a dar um verdadeiro testemunho de vida cristã, e ajudar as crianças a crescer na fé.

Grupo da Calvaria

A partir das leituras do domingo, todos foram convidados a "vigiar", a estar atentos para acolher Jesus que vem ao nosso encontro, e a alimentar a chama da fé com a escuta da Palavra, a catequese, a oração, a Eucaristia... e assim crescer na sabedoria que ilumina a vida, para que ela seja bem vivida, sabendo que Deus quer, para nós, uma vida Boa, Bela, e Feliz!


sábado, 7 de novembro de 2020

Vigiar: um desafio constante

8 de novembro de 2020 | 32º Domingo do Tempo Comum
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Estamos a chegar ao fim do ano litúrgico e, quer ao terminar este ano, que ao iniciar o novo ano (com o início do Advento), quer mais tarde, durante no ano, é recorrente o tema central deste domingo: vigiar!

De facto, a vigilância não é de um momento: é um desafio constante. Não deixar adormecer a caridade, não deixar apagar a chama da esperança, não deixar acabar o azeite da fé...

As jovens prudentes distinguem-se das insensatas porque souberam acumular azeite: a escuta da Palavra, a oração, a vivência da caridade, a união fraterna, a celebração dos sacramentos… são meios ao nosso alcance para que a chama não se apague em nós. Senão, corremos o risco de deixar que o «noivo» (Jesus Cristo) venha, passe junto de nós, e não nos chegarmos a aperceber de que afinal estamos à porta da Festa da Vida e não chagamos a entrar. De facto, como refere a parábola das 10 jovens, não é quem diz “Senhor, Senhor” que entra no Reino, mas aquele que faz a vontade do Pai (Mt 7, 21). Aqueles que Jesus conhece, aqueles que são seus próximos (as suas mães e irmão) são aqueles que escutam a palavra e a põem em prática… (Mt 12, 50)