Programa da Paróquia

sábado, 13 de outubro de 2018

O olhar de simpatia de Jesus

14 de outubro de 2018 | 28º Domingo do Tempo Comum
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O homem que se aproxima de Jesus procura «alcançar a vida eterna», mas falta-lhe uma visão certa desta «Vida». Fica-se pelo “fazer”. Jesus convida-o a mudar de lógica: não se trata de vida eterna a ganhar, mas de seguir Jesus. Como se a vida eterna fosse estar com Jesus! Eis a grande transformação que Jesus vem provocar. Não se trata primeiro de fazer esforços para obedecer a mandamentos; trata-se primeiro de entrar numa relação de amor com Jesus. Mais profundamente ainda, trata-se primeiro de descobrir que Jesus, Ele em primeiro lugar, nos ama.

É neste contexto que se compreende a referência de Marcos: “Jesus olhou para ele com simpatia (amor)”. É este olhar que transforma tudo. Jesus quer fazer compreender ao homem rico que lhe falta o essencial: deixar-se amar em primeiro lugar, descobrir que todos os seus bens materiais nunca poderão preencher esta necessidade vital para todo o homem de ser amado. As riquezas do homem impediram-no de ler tudo isto no olhar de Jesus. O homem partiu. Mas Jesus não lhe retirou o seu olhar de amor…

Apresentação dos catequistas dá início à catequese

Catequistas do centro da Calvaria
As atividades da catequese da paróquia da Calvaria tiveram início no passado fim-de-semana, com a apresentação e compromisso dos catequistas. No sábado, dia 6 de outubro, os catequistas de São Jorge foram apresentados à comunidade, dinate da qual se comprometeram a colaborar na missão evangelizadora da Igreja através da catequese, a ajudar os pais na sua missão de principais educadores da fé dos seus filhos, e a dignificar a sua própria missão pela preparação e testemunho de vida. O mesmo compromisso foi assumido depois, no domingo, dia 7 de outubro, pelo grupo dos catequistas da Calvaria.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

«Não separe o homem o que Deus uniu»

7 de outubro de 2018 | 27º Domingo do Tempo Comum
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“Não separe o homem o que Deus uniu…” Jesus coloca o dedo na ferida… O divórcio é sempre um fracasso, um sofrimento. Mas entrou nos costumes como uma realidade normal, um “direito”! Jesus está contra a corrente… Palavra incompreensível para muitos homens e mulheres, qualquer que seja a sua idade!

Na sua resposta aos fariseus, Jesus recorre a um critério a que geralmente se presta pouca atenção. Vai ao “princípio da criação”, à vontade primeira, à vontade criadora de Deus. Ora, esta vontade é que os seres humanos se tornem “imagens de Deus”, na medida em que aceitem entrar uns e outros nas relações de amor recíproco, porque Ele, Deus, é eterno movimento de amor no seu Ser mais profundo. O casal humano, antes mesmo da questão da procriação, é chamado por Deus a tornar-se o primeiro lugar de incarnação deste movimento de amor. O amor humano, sob todas as suas formas, não nasceu dos acasos da evolução biológica. É dom de Deus. Quando os homens recusam este dom, impedem Deus de imprimir neles a sua imagem. Na realidade, vão contra a vontade criadora, introduzem uma desordem na criação tal como Deus a quis. Porque Ele escuta plenamente o seu Pai e acolhe sem quaisquer reticências nem recusas a vontade de amor do seu Pai, Jesus, e apenas Ele, pode colocar-nos na luz de Deus Criador e da sua vontade criadora. Mas isso supõe que aceitemos escutar Jesus, tomar Jesus na nossa vida. Só poderemos compreender a exigência de unidade e de fidelidade no amor humano se aceitarmos tornar-nos, dia após dia, discípulos, mais ainda, amigos de Jesus.
v Para resolver os nossos problemas afetivos, temos razão em recorrer à psicologia, à psicoterapia do casal. Mas isso não basta. A verdadeira falta é uma falta de profundidade espiritual. Não servirá de nada a Igreja repetir sem cessar a sua oposição ao divórcio se, primeiro, não fizer imensos esforços para ajudar a redescobrir um verdadeiro acompanhamento com Jesus, revelador do amor do Pai.

in: Portal dos Dehonianos

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Assembleia Diocesana a 7 de outubro

Domingo 7 de outubro, 15h00, no Seminário de Leiria

No início do novo ano, sob o lema “Quem és tu, Senhor”, em que se procurará ir ao encontro dos jovens, para os escutarmos e lhes possibilitarmos o encontro com o Senhor vivo que enche de alegria e confiança as nossas e as suas vidas, o Sr. Bispo convocar os fiéis da Diocese para a ASSEMBLEIA, que terá lugar na tarde do domingo, 7 de outubro, no ginásio do Seminário de Leiria.

O programa será o seguinte:
15h00 | Acolhimento, painel com testemunhos e interpelações de jovens, momentos musicais;
16h15 | Apresentação da Carta Pastoral (D. António Marto);
16h40 | Momento de oração.

Texto da convocatória AQUI

«Quem não é contra nós é por nós"

30 de setembro de 2018 | 26º domingo do tempo comum
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Num tempo em que somos tantas vezes confrontados com fundamentalismos, e não apenas no âmbito do religioso, a atitude de Jesus faz-nos de novo, e sempre, perceber como o caminho para a verdade plena se encontra na partilha, no esforço da unidade na diversidade.

A tentação dos discípulos que tentam impedir aqueles que "não estão connosco" não é apenas daqueles tempos: é a tentação constante do isolamento nas áreas de segurança e conforto que facilmente culpabiliza o que é estranho... Nestes tempos, como nos de Jesus, é preciso relançar sempre o espaço do encontro, da partilha, do vencer das barreiras que se levantam perante o que é estranho ou diferente. É preciso lançar-se sempre na busca da verdade mais plena, em que o primeiro esforço é o pessoal de "cortar" o que está a mais e distorce o olhar e a ação, e buscar sobretudo uma coerência de vida que seja capaz de lançar para a Verdade plena que se encontra apenas em Deus.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

A alegria da fé no caminho dos jovens

O Bispo de Leiria-Fátima, cardeal D. António Marto, acaba de publicar a sua Carta Pastoral para o biénio de 2018-2020, dedicado ao tema "Jovens, fé e vocação”.

O documento, com o título "A alegria da fé no caminho dos jovens", pode ser lido já na página da diocese de Leiria-Fátima.

«Quem quiser ser o primeiro será o último de todos e o servo de todos»

23 de setembro de 2018 | 25º domingo do Tempo Comum
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“Que discutíeis no caminho? Eles ficaram calados, porque tinham discutido uns com os outros sobre qual deles era o maior”. Ser o maior, o primeiro, o melhor, o mais forte… É a terrível tentação do poder! Ela nunca deixou de rodear o próprio Jesus. As suas três tentações, no deserto, andam à volta do poder. Em toda a sua vida, até à cruz, esta tentação vai acompanhá-l’O sempre… Variadas vezes, Jesus repreende os seus discípulos, coloca-os de aviso contra a tentação do poder: “Se alguém quer ser o primeiro, que ele seja o último de todos e o servidor de todos”. Jesus pregou tudo isso com palavras e com atos. Basta recordar o episódio do lava-pés na última ceia. O poder, para Jesus, é serviço ao crescimento do amor e da vida.

O sinal daquela criança que Jesus coloca no meio dos discípulos continua a desafiar-nos: "Quem quiser ser o primeiro será o último de todos e o servo de todos"

É preciso reconhecer que, mesmo na Igreja, há ainda muito caminho a fazer. É preciso intensificar o nosso cuidado e a nossa súplica, para que o Espírito não deixe nenhum membro da Igreja tranquilo, a fim de que todos sejamos interpelados pelo Evangelho do serviço: disso depende também a credibilidade do testemunho cristão no mundo!