Programa da Paróquia

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Celebração da Primeira Comunhão

As celebrações onde as crianças participaram plenamente na Eucaristia pela primeira vez, com a Comunhão Eucarística, foi vivida, pelos grupos da paróquia da Calvaria que começam agora o 4º catecismo, nos dias 17 e 18 de outubro. Após o cancelamento das celebrações, tiveram a oportunidade de viver algumas catequese neste retomar das atividades, celebrar o sacramento da Reconciliação, e por fim a Eucaristia.

O grupo das nove crianças de São Jorge, celebrou na tarde de sábado 17 de outubro, e o grupo das 13 crianças da Calvaria na tarde de domingo, dia 18.

Acompanhadas apenas dos familiares mais próximos, foram convidadas a viver esta maravilha de receber Jesus muitas vezes, para crescer na amizade com Ele e com Ele aprender a "dar a Deus o que é de Deus".

O maior mandamento da Lei

25 de outubro de 2020 | 30º Domingo do tempo Comum
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«Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.»

Santo Agostinho, autor desta célebre afirmação, coloca-nos no coração do amor, aquele mesmo de que fala Jesus no único e duplo mandamento do texto do Evangelho deste domingo: amar a Deus e o próximo como a si mesmo. Viver em encontro-relação-comunhão com Deus, é entrar dentro do Amor em si mesmo, e desse «amor enraizado» só pode sair amor no encontro-relação-comunhão com os outros.

Amar a Deus é amar a Sua imagem presente em cada pessoa; amar cada pessoa, é ver nela a imagem do próprio Deus: o outro é o lugar sagrado no qual se manifesta não apenas um vago sentimento, mas a «tarefa», às vezes «fadiga» de se empenhar pela vida do outro, «não procurando cada um o seu próprio interesse mas o dos outros» (1Cor 10, 24).

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

De César e de Deus

18 de outubro de 2020 | 29º Domingo do Tempo Comum
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«Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus» - a afirmação que conclui e condensa a o texto do Evangelho deste domingo coloca-nos, por um lado, perante a responsabilidade de estar no mundo, na busca do bem comum, como cidadãos do mundo, fiéis ao Evangelho, guiados pela consciência cristã. Por outro lado, perante a centralidade do «dar a Deus o que é de Deus». E se a moeda tem o rosto de César, o homem, cada pessoa humana, reflete o rosto de Deus, pois à sua «imagem e semelhança» foi criado.

Para além das controvérsias políticas, Jesus centra-nos no essencial: não esquecermos a nossa identidade, e sabermos que tudo o resto faz sentido quando nos ajuda a espelhar o nosso ser e a nossa vocação. Não há qualquer tipo de desprezo pelo mundo e as coisas do mundo: elas servem ao bem comum, à construção da nossa identidade, ao caminho de aperfeiçoamento constante que está nas nossas mãos, enquanto co-criadores com Deus.


terça-feira, 13 de outubro de 2020

Compromisso dos Catequistas da Paróquia

Os catequistas da paróquia da Calvaria fizeram o seu compromisso no início do novo ano catequético. No sábado, dia 10 de outubro, o grupo de São Jorge; no domingo, dia 11, o grupo da Calvaria (na foto).

Este ano, marcado com a pandemia, traz novos desafios para continuar a missão da Igreja de anunciar e testemunhar o Evangelho, comprometendo de modo particular os catequistas que são convidados a ser "discípulos missionários", animando os grupos da infância e adolescência, orientando os catequizandos para o encontro de comunhão e intimidade com Jesus Cristo.

O compromisso foi feito em forma de oração:

Senhor, Tu me chamaste a ser catequista na Tua igreja,
nesta comunidade cristã.
Tu me confiaste a missão de anunciar a Tua Palavra
e de testemunhar, pela minha vida, os valores do Evangelho.
É grande, Senhor, a minha responsabilidade.
Mas, se me escolheste, confio na Tua graça
e no apoio dos pais e de toda a comunidade cristã.
Para servir melhor as crianças e adolescentes que me confiaste, Senhor,
renovo hoje o compromisso de me preparar sempre melhor
para a minha missão, pela oração e celebração,
pela formação pessoal e participação na vida da comunidade.
Faz de mim mensageiro da Tua Palavra,
chama que faz brilhar a luz de Jesus,
testemunha de Cristo no mundo.
Ámen.

domingo, 11 de outubro de 2020

Professar a Fé marca passagem para nova etapa


4 de outubro, domingo, 17 adolescentes que terminaram o percurso dos 6 anos da catequese da infância na paróquia da Calvaria, fizeram a sua Profissão de Fé, de forma solene, na igreja paroquial.

A celebração mais restrita, devido à pandemia, apenas com um pequeno grupo de pessoas a acompanhar cada um deles, foi vivida com a mesma intensidade, tendo sido desafiados a nunca desistirem de fazer o seu caminho de resposta a Deus, pois Deus nunca deixa de vir ao seu encontro.

Esta celebração marca também um início de uma nova etapa da Catequese com os adolescentes que vão ter a oportunidade de viver o percurso Say Yes na preparação para as Jornadas Mundiais da Juventude em 2023, em Lisboa.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Uma liberdade responsável

11 de outubro de 2020 | 28º Domingo do Tempo Comum
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A parábola do convite para o banquete nupcial, da leitura do Evangelho deste domingo, parte de uma realidade muito humana: a vida que se alimenta (banquete), e o amor que se vive e partilha (o banquete é nupcial). É a vida que está em jogo! É para a Vida que o Senhor convida.

O convite é gratuito, mas compromete quem o recebe, exige uma resposta. É nesta parte que toca a vontade e a responsabilidade da pessoa chamada a participar da Vida: não basta ser chamado, é preciso querer responder e, consequentemente, participar ativamente (a parábola usa a imagem do traje nupcial) sem se deixar cair na indiferença. O convite está feito, qual a resposta que lhe dou?

sábado, 3 de outubro de 2020

A "loucura" da gratuidade de Deus

4 de outubro de 2020 | 27º Domingo de Tempo Comum
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Jesus conta a história de um proprietário que cuida de uma vinha e a entrega a uns vinhateiros. Quando envia os seus servos para receber o que lhe pertence, estes espancam, matam, apedrejam os servos... Perante esse cenário, o proprietário não desiste: envia o seu próprio filho. «O espanto e o escândalo que a atitude do dono da vinha suscita em nós, depois de ter visto tantos dos seus servos sofrerem a violência, de por fim enviar o seu filho, quase subvalorizando o risco, mostra a nossa distância da forma de pensar de Deus, da radicalidade do seu amor, da loucura da sua gratuidade.»

De facto, Deus ama ao ponto de nunca desistir de nós: Jesus é a manifestação disso mesmo. Fica o convite que Ele próprio nos lança de O acolhermos e, seguindo-O, produzir frutos na "vinha" deste mundo, onde somos chamados a fazer suscitar o "vinho" novo da justiça e da paz, da alegria e da verdade, da fraternidade e do amor.