Programa da Paróquia

sábado, 13 de agosto de 2022

Que fogo vem lançar Jesus à terra?

14 de agosto de 2022 | 20.º Domingo do Tempo Comum
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Ser cristão e assumir os valores do Evangelho não é sinónimo de facilidade e de tranquilidade. A radicalidade do amor que a vida e a palavra de Jesus nos lançam, exigem escolhas livres e responsáveis, que comprometem. 

Para seguir Jesus Cristo hoje, como sempre, é preciso deixar-se cativar por Ele, mas aceitar também o esforço da caminhada. Por isso, Jesus afirma que vem trazer o fogo à terra: não apenas essa chama que ilumina os nossos passos, mas também o fogo purificador, que destrói (egoísmos, preguiças, injustiças…) e possibilita o renascer das cinzas de um mundo renovado. 

Este fogo manifesta-se no seu auge no momento da cruz, quando Jesus leva ao extremo o sentido da vida vivida por amor: é esse o batismo que Ele realiza, e no qual participamos.

Ter a humildade, mas também a coragem, para se deixar «queimar» pelo «fogo de Deus», é vencer passividades e indiferentismos, ser capaz de opções comprometedoras que desafiam, tantas vezes, o mundo em que vivemos. Por isso, será também causa de inquietação, mesmo de divisão dentro das famílias e comunidades (onde criticar ou menosprezar é sempre mais fácil que aceitar o processo de conversão pessoal e de transformação da própria vida, e de se implicar no crescimento de todos…). 

Jesus é a paz, e vem trazer a paz, mas uma paz que é vivida com coerência e exigência. E ser exigente é sempre um caminho de intranquilidade.

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Não temas, está preparado!

7 de agosto de 2022 | 19º Domingo do Tempo Comum
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«Não temas, pequenino rebanho...» assim começa Jesus, depois de ter chamado a atenção (no texto do evangelho do passado Domingo) para que os discípulos, contra toda a avareza, se tornassem ricos aos olhos de Deus. O Pai quis dar de graça o "Reino", para que também os discípulos, com confiança, o partilhem de graça: o guardar para si mesmo o que se recebe de Deus é outra forma de avareza!

Por isso a atenção, o estar preparado: as parábolas apontam para a atitude de vigilância, de responsabilidade no acolher e fazer chegar mais longe o Reino, porque «a quem muito foi dado, muito será exigido, a quem muito foi confiado, mais se lhe pedirá».

terça-feira, 2 de agosto de 2022

Calvaria celebrou a Padroeira


Terminaram na segunda-feira, 1 de agosto, as festas em honra da Padroeira da Calvaria, Santa Marta. Foram 4 dias de celebração, cheios de animação, que a todos trouxeram a alegria de poder estar de novo juntos da forma tradicional.

As celebrações concluíram com a passagem do testemunho para os festeiros do próximo ano, os nascidos em 1973, que completam 50 anos de vida ao longo do ano de 2023 e que vão ter o primeiro encontro já no próximo sábado, pelas 16h, no salão paroquial.

Para ver imagens da Festa é passar por AQUI

sábado, 30 de julho de 2022

Dia dos Avós nos Casais de Matos

Na quarta-feira, 27 de julho, juntaram-se avós e netos para a celebração da Eucaristia, nos Casais de Matos. Agradecendo o dom de uma vida longa dos avós presentes, recordaram-se também os que já partiram. No final da Missa, depois da oração para o Dia dos Avós e dos Idosos, fez-se uma fotografia de grupo para ajudar a ficar também na memória este dia em que se prolongou a celebração dos avós de Jesus, São Joaquim e Santa Ana.

sexta-feira, 29 de julho de 2022

A vida de uma pessoa não depende da abundância dos seus bens

31 de julho de 2022 | 18º Domingo do tempo Comum
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Uma questão difícil, ontem como hoje, a das heranças... como de tantas outras questões relacionadas com a propriedade, com o ter, com o dinheiro. Jesus aproveita a ocasião em que é questionado para afirmar que «a vida de uma pessoa não depende da abundância dos seus bens». E conta uma pequena parábola: o rico que tem tão excelente colheita que vai querer guardar os seus bens para longos anos, e que pensa para consigo: «descansa, come, bebe, regala-te». Mas, nesse mesmo dia terá de entregar a sua alma. E fica a pergunta: «o que preparaste, para quem será?»

Não se deixar cegar pela riqueza, mas alargar o horizonte da vida a outras «riquezas», as que o são aos olhos de Deus... Não é desprezo pelos bens materiais, mas saber usar as oportunidades que neles são dadas para procurar um bem maior, na partilha e generosidade.

sexta-feira, 22 de julho de 2022

Pedir, pedir, pedir...

24 de julho de 2022 | 17º Domingo do Tempo Comum
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Os discípulos de Jesus encontram-n'O tantas vezes a rezar que acabam por lhe pedir: «Senhor, ensina-nos a orar»... E Jesus ensina certamente a sua própria oração. O Pai Nosso é a oração de Jesus, aquela que Ele reza, que Ele vive, que Ele ensina...

Depois, Jesus insiste no pedir: pedir, procurar, bater à porta. Com confiança, sem desânimo, porque «o Pai do Céu dará o Espírito Santo àqueles que Lho pedem». Pedir, sobretudo, o melhor que temos para receber: o próprio Deus em nós, no seu Espírito.

Deus não precisa da nossa insistente oração. Somos nós a ter necessidade dela para a imprimir nas fibras da nossa mente e do nosso corpo, para aumentar o nosso desejo e a nossa expectativa, para dizer a nós próprios a nossa esperança.