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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
Encontro Vicarial de Catequistas
“Projeto em catequese: uma oportunidade” é o tema do Encontro para os catequistas das paróquias da nossa vigararia, no dia 31 de janeiro, sexta-feira, às 21h, no Centro Paroquial da Batalha.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Encontro dos Catequistas da nossa Vigararia
No dia 18 de janeiro, sexta-feira, às 21h, no centro paroquial da Batalha, haverá o encontro para os catequistas das paróquia da vigararia da Batalha, no qual será abordado o tema do ano, dedicado aos jovens, na sua implicação com a catequese, e apresentado o diaconado permanente.
Na primeira parte, o padre Eduardo Caseiro aprofundará o tema "A catequese no caminho dos jovens", com o qual se pretende ajudar a perceber a implicação da catequese da infância e adolescência na vida dos jovens, assim como o papel dos catequistas na pastoral juvenil. De seguida, o padre Pedro Viva fará uma apresentação sobre o ministério do diacionado permanente, procurando esclarecer os catequistas sobre esta vocação na Igreja.
No final haverá um tempo de convívio e lanche para todos os participantes.
Na primeira parte, o padre Eduardo Caseiro aprofundará o tema "A catequese no caminho dos jovens", com o qual se pretende ajudar a perceber a implicação da catequese da infância e adolescência na vida dos jovens, assim como o papel dos catequistas na pastoral juvenil. De seguida, o padre Pedro Viva fará uma apresentação sobre o ministério do diacionado permanente, procurando esclarecer os catequistas sobre esta vocação na Igreja.
No final haverá um tempo de convívio e lanche para todos os participantes.
sexta-feira, 16 de março de 2018
Vigararia da Batalha fechou ciclo de peregrinações à Sé
Terminamos com chave-de-ouro o ciclo de peregrinações à Catedral de Leiria”, considerou o Bispo diocesano, D. António Marto, no domingo 11 de março, no final da jornada que mobilizou cerca de quatro centenas de pessoas da vigararia da Batalha.
O início da peregrinação estava previsto em caminhada, mas a chuva e o vento dessa tarde obrigaram a transferir a dinâmica prevista para dentro do templo. Um grupo de jovens e adultos da paróquia da Calvaria apresentou uma encenação sobre a história da Restauração da Diocese, cujo centenário é o móbil destas peregrinações, culminando com o desenvolvimento da temática da carta pastoral do Bispo diocesano para este ano, concentrada nas palavras “sair”, “escutar” e “festejar”. Em jeito de celebração, os textos e os gestos foram intercalados com cânticos, orientados por um grupo da paróquia das Pedreiras.
Uma “aberta” permitiu que todos saíssem para o adro da Sé, onde D. António Marto fez, simbolicamente, o acolhimento aos peregrinos. Se há uns anos foi ele a percorrer as paróquias em visita pastoral, onde se sentiu “acolhido em festa”, esta ocasião serve também para “retribuir essa visita”, na igreja onde tem a sua sede e de onde exerce o seu múnus de pastor. Em resposta, uma largada de balões com “mensagens de amor” à Diocese, preparadas pelos vários anos de todos os centros de catequese da vigararia, retribuiu a expressão de alegria pelo reencontro.
De regresso ao interior, as bandeiras das várias paróquias abriram o cortejo, simbolizando a união de todas as comunidades ao Bispo e a esta Igreja particular de Leiria-Fátima. Depois, em tom coloquial e envolvendo as crianças e os adultos em diálogo, o pároco da Sé, padre Gonçalo Diniz, fez as “honras” da casa. Primeiro, dando a conhecer alguns dos marcos históricos desta diocese, datas, pessoas, acontecimentos que se cruzam necessariamente com a própria história e significado desta igreja catedral. Depois, explicando algumas das características estéticas, arquitetónicas e artísticas do templo e do seu recheio, que ajudam a acompanhar e a compreender a própria história que por ele passou ao longo de séculos. Dois desses pormenores: o “objeto que a torna diferente de todas as outras igrejas” e de onde deriva o seu nome, a cadeira (sede ou cátedra) do Bispo; e a pedra branca que lhe dá a cor dominante, vinda da Ataíja, território da paróquia de Aljubarrota, desta vigararia da Batalha.
Chegou, então, o centro do programa comemorativo, a celebração da Eucaristia, com animação coral e instrumental pelo grupo da Comunidade Cristã da Golpilheira, reforçado com elementos dos corais da Batalha, dos Casais do Ledos e da Calvaria. Os acólitos da Batalha, os leitores de Aljubarrota, o peditório e ofertório por leigos do Juncal, o rito de envio preparado por Reguengo do Fetal e Pedreiras completaram o conjunto de funções na celebração, significando, também, a união de todas as comunidades nesta Ação de Graças.
As leituras do dia apresentavam Jesus como sinal supremo do amor de Deus, o Filho enviado para nossa salvação. “É um amor que a humanidade seria incapaz de imaginar”, sublinhou D. António Marto, apontando “ternura, afeto, bondade, graça e fidelidade” como características desse amor que “nos dá toda a confiança e alegria”. O Bispo diocesano reforçou que “Jesus é o centro de todo o Evangelho e o que nos dá a certeza de que o amor de Deus é infinitamente maior do que o nosso coração e do que o nosso pecado”, um amor que “nunca nos abandona”, que “não desiste de cada um de nós” e “é capaz de transformar em graça a vida mais desgraçada”.
A partir desta palavra, D. António Marto defendeu que esse é o papel da Igreja, que “não está no mundo para condenar, mas para ser lugar do amor infinito de Deus”. E deixou aos fiéis da vigararia da Batalha três desafios: a “renovar a fidelidade ao amor de Deus”, a “viver como filhos dignos desse amor”, e a “manifestar aos outros esse amos, em obras de misericórdia, para que todos tenham uma vida digna, boa, fraterna, justa e alegre”.
O rito de envio, no final da celebração, foi como que a aceitação deste convite. Representantes de cada paróquia vieram receber das mãos do Bispo um candelabro aceso e a missão de serem “mensageiros do Evangelho da paz e testemunhas do amor de Deus no mundo”, a “evangelizar os pobres e consolar os corações atribulados”, a “partilhar com alegria e entusiasmo a fé” e a “levar um sorriso de esperança e um abraço de paz para todos os que encontrarem no caminho quotidiano”.
LMF, in: leiria-fatima.pt
O início da peregrinação estava previsto em caminhada, mas a chuva e o vento dessa tarde obrigaram a transferir a dinâmica prevista para dentro do templo. Um grupo de jovens e adultos da paróquia da Calvaria apresentou uma encenação sobre a história da Restauração da Diocese, cujo centenário é o móbil destas peregrinações, culminando com o desenvolvimento da temática da carta pastoral do Bispo diocesano para este ano, concentrada nas palavras “sair”, “escutar” e “festejar”. Em jeito de celebração, os textos e os gestos foram intercalados com cânticos, orientados por um grupo da paróquia das Pedreiras.
De regresso ao interior, as bandeiras das várias paróquias abriram o cortejo, simbolizando a união de todas as comunidades ao Bispo e a esta Igreja particular de Leiria-Fátima. Depois, em tom coloquial e envolvendo as crianças e os adultos em diálogo, o pároco da Sé, padre Gonçalo Diniz, fez as “honras” da casa. Primeiro, dando a conhecer alguns dos marcos históricos desta diocese, datas, pessoas, acontecimentos que se cruzam necessariamente com a própria história e significado desta igreja catedral. Depois, explicando algumas das características estéticas, arquitetónicas e artísticas do templo e do seu recheio, que ajudam a acompanhar e a compreender a própria história que por ele passou ao longo de séculos. Dois desses pormenores: o “objeto que a torna diferente de todas as outras igrejas” e de onde deriva o seu nome, a cadeira (sede ou cátedra) do Bispo; e a pedra branca que lhe dá a cor dominante, vinda da Ataíja, território da paróquia de Aljubarrota, desta vigararia da Batalha.
Chegou, então, o centro do programa comemorativo, a celebração da Eucaristia, com animação coral e instrumental pelo grupo da Comunidade Cristã da Golpilheira, reforçado com elementos dos corais da Batalha, dos Casais do Ledos e da Calvaria. Os acólitos da Batalha, os leitores de Aljubarrota, o peditório e ofertório por leigos do Juncal, o rito de envio preparado por Reguengo do Fetal e Pedreiras completaram o conjunto de funções na celebração, significando, também, a união de todas as comunidades nesta Ação de Graças.
As leituras do dia apresentavam Jesus como sinal supremo do amor de Deus, o Filho enviado para nossa salvação. “É um amor que a humanidade seria incapaz de imaginar”, sublinhou D. António Marto, apontando “ternura, afeto, bondade, graça e fidelidade” como características desse amor que “nos dá toda a confiança e alegria”. O Bispo diocesano reforçou que “Jesus é o centro de todo o Evangelho e o que nos dá a certeza de que o amor de Deus é infinitamente maior do que o nosso coração e do que o nosso pecado”, um amor que “nunca nos abandona”, que “não desiste de cada um de nós” e “é capaz de transformar em graça a vida mais desgraçada”.
A partir desta palavra, D. António Marto defendeu que esse é o papel da Igreja, que “não está no mundo para condenar, mas para ser lugar do amor infinito de Deus”. E deixou aos fiéis da vigararia da Batalha três desafios: a “renovar a fidelidade ao amor de Deus”, a “viver como filhos dignos desse amor”, e a “manifestar aos outros esse amos, em obras de misericórdia, para que todos tenham uma vida digna, boa, fraterna, justa e alegre”.
O rito de envio, no final da celebração, foi como que a aceitação deste convite. Representantes de cada paróquia vieram receber das mãos do Bispo um candelabro aceso e a missão de serem “mensageiros do Evangelho da paz e testemunhas do amor de Deus no mundo”, a “evangelizar os pobres e consolar os corações atribulados”, a “partilhar com alegria e entusiasmo a fé” e a “levar um sorriso de esperança e um abraço de paz para todos os que encontrarem no caminho quotidiano”.
LMF, in: leiria-fatima.pt
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Para casais e famílias, a partir da exortação "Amoris laetitia" do Papa Francisco
O Papa Francisco apresentou, em março de 2016, a exortação apostólica Amoris laetitia, sobre a alegria do amor na família, dirigida de um modo particular aos casais e às famílias.
Para refletir sobre os seus conteúdos essenciais, haverá 3 encontros no centro pastoral da Batalha, para as paróquias da nossa vigararia, orientados por grupos de casais.
Convidam de forma particular os casais da paróquia, e todos os interessados em aprofundar o conhecimento sobre este documento do Papa, a participar nestes tempos de reflexão e diálogo sobre diversos âmbitos da realidade familiar. Os encontros serão às 21h, nas sextas-feiras 26 de janeiro, 16 de fevereiro e 2 março de 2018.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Encontro Vicarial de Catequese
No próximo dia 19 de janeiro, pelas 21h, no salão paroquial da Batalha, vai realizar-se o Encontro Vicarial de Catequese, com o tema "Catequese: a alegria do encontro com Cristo". Orienta o encontro o Diácono Paulo Campino, diretor do Secretariado Diocesano da Catequese de Santarém.O encontro destina-se aos catequistas e pais das paróquias da vigararia da Batalha, e terá como base de reflexão o documento da Conferência episcopal Portuguesa recentemente editado, no qual se lança as perspetivas para a catequese atual em Portugal.
A entrada é livre. Aqueles que tiverem o documento são convidados a levá-lo consigo. No final do encontro haverá um tempo de convívio.
sábado, 21 de janeiro de 2017
O papel da catequese no desenvolvimento da criança
"Descodificar comportamentos" é o tema central do Encontro Vicarial de Catequistas, no dia 3 de fevereiro, sexta-feira, às 21h, no salão paroquial do Juncal.
Orientará a reflexão a psicóloga Elsa Rodrigues, que procurará ajudar a compreender o que "escondem" os comportamentos das crianças e adolescentes, e assim apontar possíveis caminhos de ação para a catequese. Neste sentido, aponta-se o subtema: "o papel da catequese no desenvolvimento da criança".
Para além dos catequistas, são convidados a participar neste encontro também os pais e outros educadores. No final do encontro haverá também um momento de convívio.
Orientará a reflexão a psicóloga Elsa Rodrigues, que procurará ajudar a compreender o que "escondem" os comportamentos das crianças e adolescentes, e assim apontar possíveis caminhos de ação para a catequese. Neste sentido, aponta-se o subtema: "o papel da catequese no desenvolvimento da criança".
Para além dos catequistas, são convidados a participar neste encontro também os pais e outros educadores. No final do encontro haverá também um momento de convívio.
sábado, 7 de janeiro de 2017
Peregrinação a Fátima da vigararia da Batalha
18 de fevereiro de 2017 | sábado
No próximo dia 18 de fevereiro, sábado, a nossa paróquia da Calvaria, juntamente com as outras cinco paróquias da vigararia da Batalha, terá a sua Peregrinação Vicarial a Fátima. Depois de termos recebido, no ano passado, a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora, este é o momento para podermos “retribuir” a visita, peregrinando ao seu Santuário.
Programa da Peregrinação
O programa geral da Peregrinação Vicaral começa pelas 15h com um tempo livre, durante o qual cada um poderá celebrar o sacramento da confissão, na Capela da Reconciliação da Santíssima Trindade. Às 16h será a saudação a Nossa Senhora, na Cape-linha, seguindo-se, às 16h30, um encontro de formação no Centro Pastoral Paulo VI. Às 18h30 será a celebração da Eucaristia, presidida pelo Sr. Bispo, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, seguindo-se o jantar partilhado no Albergue do Peregrino a Pé. O programa termina com a oração do terço, na Capelinha, e procissão de velas.
Atividade para os grupos de jovens
Para os jovens a partir do 10º ano da catequese haverá um programa específico. O acolhimento será às 15h, no Centro Pastoral Paulo VI, com uma primeira atividade para definir os grupos. Depois da saudação na Capelinha, terão uma atividade em cinco postos, a partir das 16h15, durante os quais poderão visitar os principais lugares do Santuário e aprofundar o conhecimento da Mensagem de Fátima. A partir das 18h30 inserem-se na Eucaristia e no restante programa em conjunto com todos os outros peregrinos.
Disponível transporte em autocarro
A paróquia vai alugar um autocarro para quem tiver necessidade de transporte. Passará pelos vários lugares da paróquia, a partir das 14h, e regressa à noite, no final do terço e procissão de velas (custo de 5€ por pessoa; inscrições no cartório paroquial).
No próximo dia 18 de fevereiro, sábado, a nossa paróquia da Calvaria, juntamente com as outras cinco paróquias da vigararia da Batalha, terá a sua Peregrinação Vicarial a Fátima. Depois de termos recebido, no ano passado, a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora, este é o momento para podermos “retribuir” a visita, peregrinando ao seu Santuário.
Programa da Peregrinação
O programa geral da Peregrinação Vicaral começa pelas 15h com um tempo livre, durante o qual cada um poderá celebrar o sacramento da confissão, na Capela da Reconciliação da Santíssima Trindade. Às 16h será a saudação a Nossa Senhora, na Cape-linha, seguindo-se, às 16h30, um encontro de formação no Centro Pastoral Paulo VI. Às 18h30 será a celebração da Eucaristia, presidida pelo Sr. Bispo, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, seguindo-se o jantar partilhado no Albergue do Peregrino a Pé. O programa termina com a oração do terço, na Capelinha, e procissão de velas.
Atividade para os grupos de jovens
Para os jovens a partir do 10º ano da catequese haverá um programa específico. O acolhimento será às 15h, no Centro Pastoral Paulo VI, com uma primeira atividade para definir os grupos. Depois da saudação na Capelinha, terão uma atividade em cinco postos, a partir das 16h15, durante os quais poderão visitar os principais lugares do Santuário e aprofundar o conhecimento da Mensagem de Fátima. A partir das 18h30 inserem-se na Eucaristia e no restante programa em conjunto com todos os outros peregrinos.
Disponível transporte em autocarro
A paróquia vai alugar um autocarro para quem tiver necessidade de transporte. Passará pelos vários lugares da paróquia, a partir das 14h, e regressa à noite, no final do terço e procissão de velas (custo de 5€ por pessoa; inscrições no cartório paroquial).
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Vigararia da Batalha peregrinou à Porta Santa
O cântico “Eu estou à porta e chamo diz o Senhor…” acompanhou o momento da passagem da Porta Santa, um passo que foi “sinal do profundo desejo de se querer deixar envolver pela misericórdia do Pai”, fazendo-o “com fé e esperança, com a alegria do encontro, com o desejo de renovação”.
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Calvaria é convidada a passar a Porta Santa
SINAL DA BUSCA DE UMA VIDA NOVA
23 DE OUTUBRO, 17h
No próximo domingo, dia 23 de outubro, pelas 17h, teremos a peregrinação da nossa paróquia da Calvaria, juntamente com as outras paróquias da nossa Vigararia da Batalha, à Porta Santa da Sé de Leiria. A passagem da Porta Santa é um dos sinais significativos do Jubileu da Misericórdia, “onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança” (Papa Francisco).
No contexto deste Ano da Misericórdia que estamos a viver, o Papa Francisco convidou cada cristão a fazer a sua peregrinação à Porta Santa como sinal do acolhimento da Misericórdia de Deus. A passagem da Porta é um sinal da passagem para uma vida que quer deixar para trás o pecado para abraçar o amor misericordioso de Deus. Como afirma o nosso Bispo, D. António Marto, “a passagem pela porta santa é uma etapa de um movimento de saída de casa e de si mesmo para se pôr ao caminho em busca de Deus e de vida nova”.
Etapas da Peregrinação à Porta Santa
A vivência deste momento será marcada pelo encontro com quatro grandes sinais misericórdia: o Batismo, pelo qual Deus manifesta a sua misericórdia tornando-nos seus filhos; a Reconciliação, sacramento da misericórdia que nos purifica do pecado e nos lança para o abraço do Pai; o dom de Maria, Mãe de Jesus, que Ele, no alto da cruz, nos oferece como nossa Mãe, para nos acompanhar com a sua ternura e misericórdia; e a Eucaristia, na qual acolhemos Jesus Cristo, Ele que é “o rosto da Misericórdia do Pai” (Papa Francisco).
A passagem da Porta Santa e a peregrinação por estes sinais da misericórdia terminará com a celebração da Eucaristia, na qual acolhemos Jesus Cristo que nos convida a ser “Misericordiosos como o Pai” (lema deste Jubileu da Misericórdia), exprimindo-o na vivência das obras de misericórdia que o Papa convida a redescobrir.
Cristo, Rei da Misericórdia
O Ano da Misericórdia termina a 20 de novembro de 2016, na celebração da solenidade de Cristo Rei do Universo: “naquele dia, ao fechar a Porta Santa, animar-nos-ão, antes de tudo, sentimentos de gratidão e agradecimento à Santíssima Trindade por nos ter concedido este tempo extraordinário de graça“ (Papa Francisco). Esta será uma oportunidade para vivermos, em vigararia, este desafio do Santo Padre. Façamos todos os possíveis por participar nesta celebração que começa no exterior da Sé às 17h e termina com a Missa às 18h30.
23 DE OUTUBRO, 17h
No próximo domingo, dia 23 de outubro, pelas 17h, teremos a peregrinação da nossa paróquia da Calvaria, juntamente com as outras paróquias da nossa Vigararia da Batalha, à Porta Santa da Sé de Leiria. A passagem da Porta Santa é um dos sinais significativos do Jubileu da Misericórdia, “onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança” (Papa Francisco).
No contexto deste Ano da Misericórdia que estamos a viver, o Papa Francisco convidou cada cristão a fazer a sua peregrinação à Porta Santa como sinal do acolhimento da Misericórdia de Deus. A passagem da Porta é um sinal da passagem para uma vida que quer deixar para trás o pecado para abraçar o amor misericordioso de Deus. Como afirma o nosso Bispo, D. António Marto, “a passagem pela porta santa é uma etapa de um movimento de saída de casa e de si mesmo para se pôr ao caminho em busca de Deus e de vida nova”.
Etapas da Peregrinação à Porta Santa
A vivência deste momento será marcada pelo encontro com quatro grandes sinais misericórdia: o Batismo, pelo qual Deus manifesta a sua misericórdia tornando-nos seus filhos; a Reconciliação, sacramento da misericórdia que nos purifica do pecado e nos lança para o abraço do Pai; o dom de Maria, Mãe de Jesus, que Ele, no alto da cruz, nos oferece como nossa Mãe, para nos acompanhar com a sua ternura e misericórdia; e a Eucaristia, na qual acolhemos Jesus Cristo, Ele que é “o rosto da Misericórdia do Pai” (Papa Francisco).
A passagem da Porta Santa e a peregrinação por estes sinais da misericórdia terminará com a celebração da Eucaristia, na qual acolhemos Jesus Cristo que nos convida a ser “Misericordiosos como o Pai” (lema deste Jubileu da Misericórdia), exprimindo-o na vivência das obras de misericórdia que o Papa convida a redescobrir.
Cristo, Rei da MisericórdiaO Ano da Misericórdia termina a 20 de novembro de 2016, na celebração da solenidade de Cristo Rei do Universo: “naquele dia, ao fechar a Porta Santa, animar-nos-ão, antes de tudo, sentimentos de gratidão e agradecimento à Santíssima Trindade por nos ter concedido este tempo extraordinário de graça“ (Papa Francisco). Esta será uma oportunidade para vivermos, em vigararia, este desafio do Santo Padre. Façamos todos os possíveis por participar nesta celebração que começa no exterior da Sé às 17h e termina com a Missa às 18h30.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
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