26 de julho de 2020 | 17º Domingo do Tempo Comum
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O Reino dos céus proposto por Jesus (de paz, amor, fraternidade, serviço, reconciliação, que Jesus veio anunciar e oferecer) é um “tesouro” precioso. Ora, quando alguém encontra um “tesouro” como esse, deve elegê-lo como a riqueza mais preciosa, o fim último da própria existência, o valor fundamental pelo qual se renuncia a tudo o resto e pelo qual se está disposto a pagar qualquer preço. O cristão é constantemente confrontado com muitos valores e opções. Mas deve aperceber-se de que o Reino é o mais importante. Essa é a grande mensagem deste passo do Evangelho: a grandeza e o valor do Reino.
O confronto com este texto remete-nos então para o tema das nossas prioridades. Para Mateus, não há qualquer dúvida: ser cristão é ter como prioridade, como objetivo mais importante, como valor fundamental, o Reino. O cristão vive no meio do mundo e é todos os dias desafiado pelos esquemas e valores do mundo. Mas porque toma o Reino dos céus como prioridade, vive orientado para o serviço, para a partilha, o perdão, a tolerância, o encontro, a fraternidade…
O que é que comanda a minha vida? Quais são os valores pelos quais eu sou capaz de deixar tudo? Que significado têm as propostas de Jesus na minha escala de valores?
Programa da Paróquia
sábado, 25 de julho de 2020
sábado, 18 de julho de 2020
Programa da Celebração de Santa Marta

29 de julho, quarta-feira,
Festa litúrgica de Santa Marta
21h00: Missa
21h30: Tasca da filhós
30 de julho, quinta-feira:
18h00: Confissões
21h00: Missa
21h30: Adoração ao Santíssimo
31 de julho, sexta-feira:
17h00: Confissões
18h00: Abertura da esplanada
20h00: Missa
20h30: Oração do Terço (campal)
01 de agosto, sábado:
11h00: Confissões
15h00: Abertura da esplanada
19h00: Missa vespertina
19h00: Jantar em Take Away
02 de agosto, domingo:
12h00: Almoço em Take Away
14h30: Procissão automóvel
17h00: Missa (campal)
18h00: Abertura da esplanada
19h00: Jantar em Take Away
03 de agosto, segunda-feira:
18h00: Missa - nascidos em 1970
20h30: Abertura da esplanada
22h00: Sorteio das rifas e Passagem de testemunho para a Comissão de 2021
Para as refeições em Take Away, devem ser feitas reservas antecipadamente para 962311758 ou 910056669 (café Joia).
Trigo e joio, grão de mostarda e fermento... a sabedoria das parábolas
19 de julho de 2020 | 16º Domingo do Tempo Comum
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Jesus continua a contar parábolas, pequenas histórias com as quais fala do «Reino». O pequeno grão que se torna uma árvore, ou o pouco de fermento que leveda toda a massa, falam-nos da diferença, da desproporção entre o início e a conclusão, e apontam para a atitude de esperança que os cristãos devem cultivar, mesmo no meio de todas as contrariedades. Esperança que vem da certeza de que o «Reino» tem uma «força» transformadora que vai para além das nossas poucas forças.
Trigo e joio, crescem no mesmo campo e, contra a vontade de purificar o campo do joio, o Senhor da história sabe bem que eles crescem sempre juntos: na liberdade, dá tempo para que o «Reino» possa ir adquirindo o seu espaço... Trigo e joio que, tantas vezes, coexistem em cada um de nós, e se deparam com um Senhor que, com sabedoria e paciência, aguarda os bons frutos do campo. Trigo e joio que nos faz perceber que a comunidade do «Reino» é santa e pecadora, e que a tentação de "arrancar o joio" pode ser uma presunção de quem se acha "trigo": deixar que seja o Senhor, no fim dos tempos, a guardar ou a queimar o que lhe aprouver, no seu juízo de amor paciente e misericordioso.
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Jesus continua a contar parábolas, pequenas histórias com as quais fala do «Reino». O pequeno grão que se torna uma árvore, ou o pouco de fermento que leveda toda a massa, falam-nos da diferença, da desproporção entre o início e a conclusão, e apontam para a atitude de esperança que os cristãos devem cultivar, mesmo no meio de todas as contrariedades. Esperança que vem da certeza de que o «Reino» tem uma «força» transformadora que vai para além das nossas poucas forças.
Trigo e joio, crescem no mesmo campo e, contra a vontade de purificar o campo do joio, o Senhor da história sabe bem que eles crescem sempre juntos: na liberdade, dá tempo para que o «Reino» possa ir adquirindo o seu espaço... Trigo e joio que, tantas vezes, coexistem em cada um de nós, e se deparam com um Senhor que, com sabedoria e paciência, aguarda os bons frutos do campo. Trigo e joio que nos faz perceber que a comunidade do «Reino» é santa e pecadora, e que a tentação de "arrancar o joio" pode ser uma presunção de quem se acha "trigo": deixar que seja o Senhor, no fim dos tempos, a guardar ou a queimar o que lhe aprouver, no seu juízo de amor paciente e misericordioso.
sexta-feira, 10 de julho de 2020
Celebração de Santa Marta

Restaurante
Take Away
1, 2 e 3 de agosto
Nos dias da celebração em honra de Santa Marta, na Paróquia da Calvaria, haverá serviço de refeições em Take Away, no salão paroquial:
- sábado, 1 de agosto | jantar;
- domingo, 2 de agosto | almoço e jantar;
- segunda-feira, 3 de agosto | jantar.
As reservas devem ser feitas antecipadamente para
962311758 ou 910056669 (Café Joia).
A semente é lançada... e como é acolhida?
12 de julho de 2020 | 15º Domingo do Tempo Comum
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A parábola do Evangelho deste Domingo põe-nos diante de um semeador quase «esbanjador»: parece não se preocupar onde cai a semente. Apenas se preocupa em lançar, lançar... E não é semente fraca: onde a terra é boa produz com abundância!
Mas também cai noutras terras: o coração endurecido onde não é capaz de entrar, o inconstante que não deixa criar raízes, o materialista que deixa sufocar a semente por outros interesses... Ou um pouco de tudo isto em conjunto. Talvez misturado com momentos de boa terra, de um coração atento, disponível, capaz de se comprometer e viver no Amor.
Uma história que nos põe facilmente do lado do «terreno» e que nos faz questionar da atitude perante a Palavra escutada: como é que ela está a ser acolhida e vivida?
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A parábola do Evangelho deste Domingo põe-nos diante de um semeador quase «esbanjador»: parece não se preocupar onde cai a semente. Apenas se preocupa em lançar, lançar... E não é semente fraca: onde a terra é boa produz com abundância!
Mas também cai noutras terras: o coração endurecido onde não é capaz de entrar, o inconstante que não deixa criar raízes, o materialista que deixa sufocar a semente por outros interesses... Ou um pouco de tudo isto em conjunto. Talvez misturado com momentos de boa terra, de um coração atento, disponível, capaz de se comprometer e viver no Amor.
Uma história que nos põe facilmente do lado do «terreno» e que nos faz questionar da atitude perante a Palavra escutada: como é que ela está a ser acolhida e vivida?
sexta-feira, 3 de julho de 2020
Celebração em honra de Santa Marta

29 de julho a 3 de agosto
Comissão organiza um conjunto de celebrações e eventos que, respeitando as normas em vigor, possam marcar os dias que seriam da festa: a procissão será automóvel, o restaurante funciona em Take Away, e algumas celebrações serão campais, no espaço do adro da igreja.
No atual estado de pandemia, não podendo realizar a festa de Santa Marta da forma habitual, iremos marcar a data da festa com um programa de celebrações em honra da Padroeira da Calvaria.
Assim, no dia 29 de julho, quarta-feira, dia da memória litúrgica de Santa Marta, haverá a missa às 21h, na igreja paroquial. Na quinta-feira, dia 30, a missa será de novo às 21h, seguida de um tempo de adoração ao Santíssimo com o tema “Marta acolheu Jesus em sua casa”. Na sexta-feira, 31 de julho, a missa será mais cedo, às 20h, na igreja, seguindo-se a oração do terço. Não sendo possível a habitual procissão de velas, teremos as velas acesas durante o tempo da oração mariana, que se realizará no adro, com a presença da imagem de Nossa Senhora de Fátima.
No sábado, dia 1 de agosto, haverá a habitual missa vespertina, às 19h.
No dia 2 de agosto, domingo, às 14h30, com iníco na igreja, começa a “procissão” automóvel da imagem de Santa Marta pelas ruas de todos os lugares da Paróquia da Calvaria. Pelas 17h, na chegada da “procissão”, haverá a missa campal, no adro da igreja.
Por fim, na segunda-feira, dia 3, terminamos com a celebração da “Missa dos Festeiros”, às 18h, e, ao final da noite, uma breve celebração para a passagem do testemunho para os festeiros do próximo ano (os nascidos em 1971), que decorrerá pelas 22h, no adro da igreja.
A Comissão está ainda a preparar o serviço de filhoses e de refeições em Take Away, em alguns dos dias desta celebração.
Em todas os momentos serão tomadas todas as precauções para que sejam respeitadas as indicações da DGS e da Conferência Episcopal Portuguesa, nomeadamente o uso obrigatório de máscara, a higienização das mãos e o distanciamento social.
Nas atuais circunstâncias será a forma possível de marcar esta data tão importante para a vida da Comunidade.
Simplicidade, humildade, pequenez...
5 de julho de 2020 | 14º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo começa com uma oração de Jesus: «Eu Te bendigo, ó Pai, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos...» Na continuação do texto, dá-se a entender que «estas verdades» a que apenas os «pequeninos» têm acesso é o conhecimento de Deus: «ninguém conhece o Filho senão o Pai...».
Algo constante na história da revelação de Deus é a simplicidade, humildade e pequenez: Deus não escolhe revelar-se à força, mas propõe-se a quem está desperto para O acolher, sem necessidade de milagres estrondosos, mas na simplicidade de quem se dispõe a acolher, na vida, o suave peso do Amor. É nesse Amor, como Jesus o viveu, que se liberta a vida do peso e do cansaço que oprime, e se abre ao horizonte de «descanso» de uma vida boa, bela e feliz.
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O texto do Evangelho deste domingo começa com uma oração de Jesus: «Eu Te bendigo, ó Pai, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos...» Na continuação do texto, dá-se a entender que «estas verdades» a que apenas os «pequeninos» têm acesso é o conhecimento de Deus: «ninguém conhece o Filho senão o Pai...».
Algo constante na história da revelação de Deus é a simplicidade, humildade e pequenez: Deus não escolhe revelar-se à força, mas propõe-se a quem está desperto para O acolher, sem necessidade de milagres estrondosos, mas na simplicidade de quem se dispõe a acolher, na vida, o suave peso do Amor. É nesse Amor, como Jesus o viveu, que se liberta a vida do peso e do cansaço que oprime, e se abre ao horizonte de «descanso» de uma vida boa, bela e feliz.
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