2 de junho de 2019 | Solenidade da Ascensão do Senhor
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A ascensão é-nos apresentada por Lucas quase de uma forma plástica. Talvez para nos facilitar a compreensão deste mistério: Jesus é glorificado, «elevado» para o Pai, deixa de estar nas coordenadas físicas do espaço-tempo tal como o conhecemos. A ressurreição de Jesus é precisamente esta «entrada» no «tempo-da-eternidade» e no «espaço-da-presença-de-Deus», uma realidade que nos transcende, e transcende toda a nossa capacidade de compreensão: o que dessa realidade-estado-dimensão podemos dizer é apenas um pouco do que nos é dado vislumbrar pela nossa fé em Cristo ressuscitado.
O tempo e o espaço de Deus são os do Amor: amor que vence a morte, amor que vence as limitações do nosso tempo e do nosso espaço. Amor que não se deixa limitar no tempo e no espaço: é eterno e omnipresente. E é nessa realidade que Jesus se encontra, e dessa realidade que derrama sobre nós o seu Espírito para que, também nós, ressuscitados com Ele pelo batismo, sejamos parte da sua glorificação-ascensão.
Hoje é dia desta nossa esperança!
sexta-feira, 31 de maio de 2019
quarta-feira, 29 de maio de 2019
Profissão de Fé do grupo do 6º ano
No passado domingo, dia 26 de maio, os 29 adolescentes dos grupos do 6º ano da Paróquia da Calvaria viveram a significativa festa da Profissão Solene da Fé: a festa que marca uma adesão pessoal, mais consciente e livre, a Deus Pai, Filho e Espírito Santo, na Igreja, comunidade da qual receberam, pelo Batismo, o dom da fé e onde cresceram no encontro com Jesus ao longo destes 6 anos da catequese.
A celebração começou precisamente com cada um a acender a sua vela do Batismo, sinal da sua vontade de agora, por si mesmo, seguir o caminho iluminado por Cristo, recordando esse Batismo pela aspersão da água batismal. A partir da escuta da Palavra, reforçou-se a alegria de vivermos esta festa com todo este significado, salientando-se depois que, no caminho da fé, do encontro e relação com Deus, é-nos dado o dom do Espírito Santo que nos fortalece e acompanha, que nos ilumina e conduz, tal como Jesus prometeu no Evangelho: "O Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse... Não se perturbe nem se intimide o vosso coração". Por fim, e escutando a experiência dos primeiros cristão, tal como a Igreja reunida escreve a uma das comunidades para a incentivar e esclarecer no caminho da fé, também nós temos na Igreja a palavra que nos ajuda, sendo sempre tão importante que a nossa fé seja informada e esclarecida.
Chegado o momento da Profissão de Fé, de novo de velas acesas, cada um pôde então proclamar o seu "Sim, creio!" Acreditar, entregando-se nas mãos de Deus, de um Deus que se faz alimento na Eucaristia. A terminar a celebração, de novo de velas acesas, o grupo foi convidado a sair para o exterior com essa vontade de levar a fé para a vida, e de ser sua testemunha!
A celebração começou precisamente com cada um a acender a sua vela do Batismo, sinal da sua vontade de agora, por si mesmo, seguir o caminho iluminado por Cristo, recordando esse Batismo pela aspersão da água batismal. A partir da escuta da Palavra, reforçou-se a alegria de vivermos esta festa com todo este significado, salientando-se depois que, no caminho da fé, do encontro e relação com Deus, é-nos dado o dom do Espírito Santo que nos fortalece e acompanha, que nos ilumina e conduz, tal como Jesus prometeu no Evangelho: "O Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse... Não se perturbe nem se intimide o vosso coração". Por fim, e escutando a experiência dos primeiros cristão, tal como a Igreja reunida escreve a uma das comunidades para a incentivar e esclarecer no caminho da fé, também nós temos na Igreja a palavra que nos ajuda, sendo sempre tão importante que a nossa fé seja informada e esclarecida.
Chegado o momento da Profissão de Fé, de novo de velas acesas, cada um pôde então proclamar o seu "Sim, creio!" Acreditar, entregando-se nas mãos de Deus, de um Deus que se faz alimento na Eucaristia. A terminar a celebração, de novo de velas acesas, o grupo foi convidado a sair para o exterior com essa vontade de levar a fé para a vida, e de ser sua testemunha!
sexta-feira, 24 de maio de 2019
Encerramento do Mês de Maria
Ao terminar o mês de maio, haverá na paróquia da Calvaria as celebrações nas diversas comunidades, a marcar o final deste Mês de Maria.
Assim, na igreja paroquial, o encerramento do Mês de Maria será na sexta-feira, 31 de maio, festa litúrgica da Visitação de Nossa Senhora. A missa será às 20h, seguida de procissão de velas, e inclui a Festa da Avé Maria das crianças do 1º ano de toda a Paróquia.
Em São Jorge, será no sábado, dia 1 de junho, com a missa às 19h, seguida de procissão de velas.
No domingo, dia 2 de junho, será nos Casais de Matos. Haverá o almoço a partir das 12h30 (inscrições até 29 de maio: 915775494, 910465113 ou 919672956), seguindo-se a missa, às 15h30, e a procissão. Termina com um tempo de convívio.
No Casal do Relvas, será no sábado, dia 8 de junho, com a missa às 20h30, seguida de procissão de velas.
Assim, na igreja paroquial, o encerramento do Mês de Maria será na sexta-feira, 31 de maio, festa litúrgica da Visitação de Nossa Senhora. A missa será às 20h, seguida de procissão de velas, e inclui a Festa da Avé Maria das crianças do 1º ano de toda a Paróquia.Em São Jorge, será no sábado, dia 1 de junho, com a missa às 19h, seguida de procissão de velas.
No domingo, dia 2 de junho, será nos Casais de Matos. Haverá o almoço a partir das 12h30 (inscrições até 29 de maio: 915775494, 910465113 ou 919672956), seguindo-se a missa, às 15h30, e a procissão. Termina com um tempo de convívio.
No Casal do Relvas, será no sábado, dia 8 de junho, com a missa às 20h30, seguida de procissão de velas.
Um «adeus» que não abandona
26 de maio de 2019 | 6º Domingo da Páscoa
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Ao chegar o momento da despedida, o momento de dar a paz («shalom»): "Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz". Esta expressão é usada para a chegada (como o nosso «olá») e para a partida (como o nosso «adeus»). Mas Jesus, no Evangelho deste domingo, reforça que não dá a paz como o mundo a dá. Ele, aos discípulos, não está a dizer um simples «adeus»: garante-lhes que vai começar um tempo novo, o tempo do Paráclito, o Espírito Santo que tem a missão de ensinar e recordar tudo o que Jesus disse.
A uma comunidade que está prestes a começar a dar os primeiros passos sem a presença visível do Mestre, Jesus garante-lhe que é possível seguir o mesmo caminho, viver o mandamento do amor que escutámos no passado domingo. Garante que vai para o Pai, mas não deixa de acompanhar, animar, consolar, fortalecer: começa o tempo é o do Espírito, Aquele que, com o Pai e o Filho, faz morada nos discípulos para que guardem a palavra e vivam no amor. É este o nosso tempo: tempo de abertura ao Espírito para que seja possível continuar a obra de Jesus.
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Ao chegar o momento da despedida, o momento de dar a paz («shalom»): "Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz". Esta expressão é usada para a chegada (como o nosso «olá») e para a partida (como o nosso «adeus»). Mas Jesus, no Evangelho deste domingo, reforça que não dá a paz como o mundo a dá. Ele, aos discípulos, não está a dizer um simples «adeus»: garante-lhes que vai começar um tempo novo, o tempo do Paráclito, o Espírito Santo que tem a missão de ensinar e recordar tudo o que Jesus disse.
A uma comunidade que está prestes a começar a dar os primeiros passos sem a presença visível do Mestre, Jesus garante-lhe que é possível seguir o mesmo caminho, viver o mandamento do amor que escutámos no passado domingo. Garante que vai para o Pai, mas não deixa de acompanhar, animar, consolar, fortalecer: começa o tempo é o do Espírito, Aquele que, com o Pai e o Filho, faz morada nos discípulos para que guardem a palavra e vivam no amor. É este o nosso tempo: tempo de abertura ao Espírito para que seja possível continuar a obra de Jesus.
sexta-feira, 17 de maio de 2019
O que é amar... como Jesus?
19 de maio de 2019 | 5º Domingo da Páscoa
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«Amar» - a palavra é complexa e com tantas interpretações quanto ao seu significado que, por vezes, se torna difícil expressá-la... Mas a Igreja não pode deixar de a dizer e, sobretudo, de a tornar visível: é este o mandamento que recebe de Jesus. «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. Nisto conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».
Para compreender o que significa no Evangelho deste Domingo, olhemos para aquele «como Eu» que Jesus diz. E di-lo no contexto da última ceia, no momento em que Judas sai do cenáculo para O ir entregar. Quando o momento da morte se torna iminente, esse «como» tem a densidade desta entrega de Jesus na cruz. É um amar até ao fim, até à entrega da vida, mesmo por aqueles que, como Judas, abandonam o espaço de relação e entram numa espiral de traição... É um amar «como» o de Jesus que, como «senhor e mestre», se ajoelha diante dos discípulos para lhes lavar os pés, para servir sem reservas... A glória de Deus está precisamente neste amor que se faz dom de si mesmo até às últimas consequências.
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«Amar» - a palavra é complexa e com tantas interpretações quanto ao seu significado que, por vezes, se torna difícil expressá-la... Mas a Igreja não pode deixar de a dizer e, sobretudo, de a tornar visível: é este o mandamento que recebe de Jesus. «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. Nisto conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».
Para compreender o que significa no Evangelho deste Domingo, olhemos para aquele «como Eu» que Jesus diz. E di-lo no contexto da última ceia, no momento em que Judas sai do cenáculo para O ir entregar. Quando o momento da morte se torna iminente, esse «como» tem a densidade desta entrega de Jesus na cruz. É um amar até ao fim, até à entrega da vida, mesmo por aqueles que, como Judas, abandonam o espaço de relação e entram numa espiral de traição... É um amar «como» o de Jesus que, como «senhor e mestre», se ajoelha diante dos discípulos para lhes lavar os pés, para servir sem reservas... A glória de Deus está precisamente neste amor que se faz dom de si mesmo até às últimas consequências.
terça-feira, 14 de maio de 2019
Primeira Comunhão das crianças do 3º ano
No passado domingo, dia 12 de maio, as 25 crianças dos grupos do 3º ano da Paróquia da Calvaria participaram plenamente, pela primeira vez, na celebração da Eucaristia, recebendo Jesus na Comunhão. Duas das crianças celebraram nesse dia, também, o seu Batismo.
Escutando o Evangelho do Bom Pastor, nesse Dia Mundial de Oração pelas Vocações, reforçou-se a certeza de que Jesus é o Pastor cuja voz somos convidados a escutar, porque Ele nos leva a encontrar o caminho de uma vida boa, bela e feliz. Escutar a sua voz, conhecê-lo cada vez mais, para o seguir com confiança: na Eucaristia, podemos recebê-lo em nós para que tudo isso seja possível. Ele está presente "escondido" no Pão consagrada, como diziam os Pastorinhos de Fátima, para continuara a ser o nosso Bom Pastor que nos dá a vida verdadeira. Por isso, este é um dia de festa, de uma grande festa: acolher Jesus em nós é sempre motivo de festa!
O grupo do 4º ano, recordando a sua Primeira Comunhão, e preparando-se para a Festa da Eucaristia, no dia do Corpo de Deus, também esteve na celebração.
Escutando o Evangelho do Bom Pastor, nesse Dia Mundial de Oração pelas Vocações, reforçou-se a certeza de que Jesus é o Pastor cuja voz somos convidados a escutar, porque Ele nos leva a encontrar o caminho de uma vida boa, bela e feliz. Escutar a sua voz, conhecê-lo cada vez mais, para o seguir com confiança: na Eucaristia, podemos recebê-lo em nós para que tudo isso seja possível. Ele está presente "escondido" no Pão consagrada, como diziam os Pastorinhos de Fátima, para continuara a ser o nosso Bom Pastor que nos dá a vida verdadeira. Por isso, este é um dia de festa, de uma grande festa: acolher Jesus em nós é sempre motivo de festa!
O grupo do 4º ano, recordando a sua Primeira Comunhão, e preparando-se para a Festa da Eucaristia, no dia do Corpo de Deus, também esteve na celebração.
sábado, 11 de maio de 2019
Escutar, conhecer e seguir
12 de maio | 4º Domingo da Páscoa - «Bom Pastor»
DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
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A fé vive-se numa dinâmica de relação: Deus revela-se e nós acolhemos o seu amor, procurando corresponder-Lhe. Confiamos que Ele, na verdade, quer ser em nós fonte de uma vida boa, bela, feliz, realizada, de vida que não perece, de vida eterna. Com esta confiança, confiamo-nos a Ele, ou seja, acolhemos a sua palavra como aquela que tem a capacidade de nos orientar para a verdade de nós mesmos, para a vida que vale a pena ser vivida.
Os três breves versículos do texto do Evangelho deste 4º Domingo da Páscoa, o Domingo do «Bom Pastor», oferecem-nos esta síntese do nosso caminho de fé: escutar («As minhas ovelhas escutam a minha voz») é o ponto de partida. Habituarmo-nos a esta voz, à Palavra que é o próprio Jesus. A fé é possível quando não nos centramos apenas em nós mesmos, e damos espaço para que Deus nos fale.
Da escuta nasce, cresce ou revigora-se o conhecimento. Nesta relação a que chamamos fé, não só escutamos, mas percebemos também que somos escutados: encontramo-nos com Aquele que, de verdade, nos conhece mais intimamente. E nesse encontro descobrimo-nos a nós mesmos. Como relação, a fé é certeza de ser conhecido e amado por Deus. Este conhecimento não é uma questão intelectual, mas algo essencialmente vital: «Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me»: conhecer e seguir, deixar-se orientar pela proposta de amor de que se reveste a Palavra.
Escutar, conhecer, seguir: com a confiança que se vive ao longo deste cominho de fé percorrido em conjunto, saber que o Pastor quer dar «vida eterna». A vocação (a resposta vivencial que damos à Palavra de Deus) só é possível neste contexto de fé: escutar, conhecer, seguir.
DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
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A fé vive-se numa dinâmica de relação: Deus revela-se e nós acolhemos o seu amor, procurando corresponder-Lhe. Confiamos que Ele, na verdade, quer ser em nós fonte de uma vida boa, bela, feliz, realizada, de vida que não perece, de vida eterna. Com esta confiança, confiamo-nos a Ele, ou seja, acolhemos a sua palavra como aquela que tem a capacidade de nos orientar para a verdade de nós mesmos, para a vida que vale a pena ser vivida.
Os três breves versículos do texto do Evangelho deste 4º Domingo da Páscoa, o Domingo do «Bom Pastor», oferecem-nos esta síntese do nosso caminho de fé: escutar («As minhas ovelhas escutam a minha voz») é o ponto de partida. Habituarmo-nos a esta voz, à Palavra que é o próprio Jesus. A fé é possível quando não nos centramos apenas em nós mesmos, e damos espaço para que Deus nos fale.
Da escuta nasce, cresce ou revigora-se o conhecimento. Nesta relação a que chamamos fé, não só escutamos, mas percebemos também que somos escutados: encontramo-nos com Aquele que, de verdade, nos conhece mais intimamente. E nesse encontro descobrimo-nos a nós mesmos. Como relação, a fé é certeza de ser conhecido e amado por Deus. Este conhecimento não é uma questão intelectual, mas algo essencialmente vital: «Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me»: conhecer e seguir, deixar-se orientar pela proposta de amor de que se reveste a Palavra.
Escutar, conhecer, seguir: com a confiança que se vive ao longo deste cominho de fé percorrido em conjunto, saber que o Pastor quer dar «vida eterna». A vocação (a resposta vivencial que damos à Palavra de Deus) só é possível neste contexto de fé: escutar, conhecer, seguir.
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Semana de Oração pelas Vocações
"A coragem de arriscar pela promessa de Deus" é o tema escolhido pelo Papa Francisco para a sua mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que o ocorre a 12 de maio, Domingo do Bom Pastor.
É este tema que vai animar a semana de 5 a 12 de maio, na qual somos convidados a ter presente esta intenção na sua oração:
Deus, nosso Pai,
ao enviares o Teu Filho Jesus,
quiseste vir ao nosso encontro.
Queremos agradecer-Te, hoje,
por continuares a chamar,
no barco da Igreja,
pescadores para o alto mar,
para a missão de chegar a todos.
Concede-nos,
pela graça do Batismo,
o dom da escuta da Tua voz
e da resposta generosa.
Desejamos abrir-nos ao “sonho maior”:
discernir a vocação
que nos torna servidores
da alegria do Evangelho.
Dá-nos a coragem de arriscar,
como a jovem Maria,
para sermos portadores da Tua promessa.
Ámen.
O guião e outros materiais de apoio para esta semana estão disponíveis AQUI.
É este tema que vai animar a semana de 5 a 12 de maio, na qual somos convidados a ter presente esta intenção na sua oração:
Deus, nosso Pai,ao enviares o Teu Filho Jesus,
quiseste vir ao nosso encontro.
Queremos agradecer-Te, hoje,
por continuares a chamar,
no barco da Igreja,
pescadores para o alto mar,
para a missão de chegar a todos.
Concede-nos,
pela graça do Batismo,
o dom da escuta da Tua voz
e da resposta generosa.
Desejamos abrir-nos ao “sonho maior”:
discernir a vocação
que nos torna servidores
da alegria do Evangelho.
Dá-nos a coragem de arriscar,
como a jovem Maria,
para sermos portadores da Tua promessa.
Ámen.
O guião e outros materiais de apoio para esta semana estão disponíveis AQUI.
A fé é um ato de vontade contínuo...
05 de maio de 2019 | 3º Domingo da Páscoa
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Junto ao mar de Tiberíades, os discípulos voltam ao lugar donde partiram quando começam a sua aventura de seguimento de Jesus. Parecem esquecer a sua missão acolhida nos primeiros encontros com o Ressuscitado: Pedro volta à faina (que tinha abandonado para seguir Jesus) e, com ele, todos os outros. De facto, a fé, o seguir Jesus, não é um dado do passado (dos passos dados antes, das experiências e dos encontros vividos, das palavras escutadas…) mas um acontecimento presente, com o risco constante de voltar atrás: a fé é um processo com avanços e recuos, um ato de vontade contínuo.
O texto sugere a necessidade se de deixar constantemente desafiar para que a passagem da escuridão e esterilidade (a noite em que nada se pesca) passa à luz da abundância (a manhã em que surge Jesus à beira do lago e a pesca se torna abundante), em que o vazio de nada haver para comer se torna prato cheio por Jesus.
É o acolhimento e reconhecimento constante de Jesus que é capaz de recriar a comunidade e de a tornar portadora da novidade da fé. Daí se parte: Jesus é reconhecido: «É o Senhor», diz o discípulo predileto a Pedro. E aquele que tem a missão de confirmar os outros na fé precisa também do testemunho e da profissão da fé daqueles que confirma pela confissão, tríplice, do seu amor. A comunidade vive desta reciprocidade e entreajuda, da partilha dos dons, do amparo mútuo, que encontra sempre em Jesus (o peixe condensa todo o sentido teológico de «Jesus Cristo, Filho de Deus salvador», expressão cujas primeiras letras, em grego, formam a palavra «ichtus» - peixe) e na Eucaristia (o pão da refeição preparada por Jesus) o seu ponto de partida.
Se acreditar é aderir, confiar-se, lançar-se numa aventura de vida, num caminho diário de encontro e seguimento, se a fé é um ato de vontade contínuo, com avanços e recuos, podemos encontrar na comunidade, e sobretudo na comunidade que celebra a sua fé em Jesus Cristo ressuscitado, na Eucaristia, esse suporte para caminharmos com a confiança de alguém que faz da nossa noite dia, da nossa pequenez e incapacidade uma pesca abundante.
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Junto ao mar de Tiberíades, os discípulos voltam ao lugar donde partiram quando começam a sua aventura de seguimento de Jesus. Parecem esquecer a sua missão acolhida nos primeiros encontros com o Ressuscitado: Pedro volta à faina (que tinha abandonado para seguir Jesus) e, com ele, todos os outros. De facto, a fé, o seguir Jesus, não é um dado do passado (dos passos dados antes, das experiências e dos encontros vividos, das palavras escutadas…) mas um acontecimento presente, com o risco constante de voltar atrás: a fé é um processo com avanços e recuos, um ato de vontade contínuo.
O texto sugere a necessidade se de deixar constantemente desafiar para que a passagem da escuridão e esterilidade (a noite em que nada se pesca) passa à luz da abundância (a manhã em que surge Jesus à beira do lago e a pesca se torna abundante), em que o vazio de nada haver para comer se torna prato cheio por Jesus.
É o acolhimento e reconhecimento constante de Jesus que é capaz de recriar a comunidade e de a tornar portadora da novidade da fé. Daí se parte: Jesus é reconhecido: «É o Senhor», diz o discípulo predileto a Pedro. E aquele que tem a missão de confirmar os outros na fé precisa também do testemunho e da profissão da fé daqueles que confirma pela confissão, tríplice, do seu amor. A comunidade vive desta reciprocidade e entreajuda, da partilha dos dons, do amparo mútuo, que encontra sempre em Jesus (o peixe condensa todo o sentido teológico de «Jesus Cristo, Filho de Deus salvador», expressão cujas primeiras letras, em grego, formam a palavra «ichtus» - peixe) e na Eucaristia (o pão da refeição preparada por Jesus) o seu ponto de partida.
Se acreditar é aderir, confiar-se, lançar-se numa aventura de vida, num caminho diário de encontro e seguimento, se a fé é um ato de vontade contínuo, com avanços e recuos, podemos encontrar na comunidade, e sobretudo na comunidade que celebra a sua fé em Jesus Cristo ressuscitado, na Eucaristia, esse suporte para caminharmos com a confiança de alguém que faz da nossa noite dia, da nossa pequenez e incapacidade uma pesca abundante.
sexta-feira, 26 de abril de 2019
Tomé, o nosso gémeo?
28 de abril de 2019 | 2º Domingo da Páscoa
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De novo, Jesus que se deixa ver aos seus discípulos. A experiência da Páscoa é, antes de mais, a de um encontro que enche os discípulos de alegria. No texto do Evangelho de S. João e que escutamos neste 2º Domingo da Páscoa, esta é a primeira nota: o escuro e as portas fechadas pelo medo, é radicalmente transformado pela presença do ressuscitado.
Jesus envia, então, sobre eles o seu Espírito para que respirem do mesmo «sopro» e espalhem, por sua vez, o sopro da misericórdia de Deus: alegria, paz e perdão são as palavras que enchem o ar da casa onde Jesus está ao centro.
Tomé não está lá nessa tarde de Páscoa, e o testemunho dos apóstolos não consegue convencê-lo: ele quer ver, quer tocar, recusa reconhecer o Ressuscitado num “fantasma”. Conhecido como Dídimo, nome que significa gémeo (de quem? os evangelhos não nos dizem, mas podemos dizer que conhecemos muito bem o seu gémeo: o meu, o teu, o gémeo de cada crente em caminho de fé...), é bem o gémeo e contemporâneo da pessoa que hoje busca as razões para aderir a Jesus Cristo.
Jesus respeita a caminhada de Tomé, e é Ele próprio que lhe propõe para que O veja e toque. Tomé, então, proclama o primeiro acto de fé da Igreja: “Meu Senhor e meu Deus!” Ele reconhece não somente Jesus ressuscitado, marcado pelas chagas da Paixão, mas adora-O como seu Deus.
Jesus anuncia então que não Se apresentará mais à vista dos homens, mas será necessário reconhecê-l’O unicamente com os olhos da fé. E faz desta fé uma bem-aventurança: “felizes os que acreditam sem terem visto!” Hoje, somos nós os convidados a viver esta bem-aventurança.
Oxalá possam as nossas dúvidas e as nossas questões ser, como para Tomé, caminho de fé! E que a nossa comunidade seja um lugar concreto onde se possa continuar a «ver» e a «tocar» a presença de Jesus ressuscitado, porque testemunha do mesmo «sopro» de paz com que Jesus derrama o Espírito de Deus sobre nós. Na Eucaristia, na Palavra, nos gestos de amor, de serviço e de partilha, é Jesus Ressuscitado que está presente e se faz ver e tocar.
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De novo, Jesus que se deixa ver aos seus discípulos. A experiência da Páscoa é, antes de mais, a de um encontro que enche os discípulos de alegria. No texto do Evangelho de S. João e que escutamos neste 2º Domingo da Páscoa, esta é a primeira nota: o escuro e as portas fechadas pelo medo, é radicalmente transformado pela presença do ressuscitado.
Jesus envia, então, sobre eles o seu Espírito para que respirem do mesmo «sopro» e espalhem, por sua vez, o sopro da misericórdia de Deus: alegria, paz e perdão são as palavras que enchem o ar da casa onde Jesus está ao centro.
Tomé não está lá nessa tarde de Páscoa, e o testemunho dos apóstolos não consegue convencê-lo: ele quer ver, quer tocar, recusa reconhecer o Ressuscitado num “fantasma”. Conhecido como Dídimo, nome que significa gémeo (de quem? os evangelhos não nos dizem, mas podemos dizer que conhecemos muito bem o seu gémeo: o meu, o teu, o gémeo de cada crente em caminho de fé...), é bem o gémeo e contemporâneo da pessoa que hoje busca as razões para aderir a Jesus Cristo.
Jesus respeita a caminhada de Tomé, e é Ele próprio que lhe propõe para que O veja e toque. Tomé, então, proclama o primeiro acto de fé da Igreja: “Meu Senhor e meu Deus!” Ele reconhece não somente Jesus ressuscitado, marcado pelas chagas da Paixão, mas adora-O como seu Deus.
Jesus anuncia então que não Se apresentará mais à vista dos homens, mas será necessário reconhecê-l’O unicamente com os olhos da fé. E faz desta fé uma bem-aventurança: “felizes os que acreditam sem terem visto!” Hoje, somos nós os convidados a viver esta bem-aventurança.
Oxalá possam as nossas dúvidas e as nossas questões ser, como para Tomé, caminho de fé! E que a nossa comunidade seja um lugar concreto onde se possa continuar a «ver» e a «tocar» a presença de Jesus ressuscitado, porque testemunha do mesmo «sopro» de paz com que Jesus derrama o Espírito de Deus sobre nós. Na Eucaristia, na Palavra, nos gestos de amor, de serviço e de partilha, é Jesus Ressuscitado que está presente e se faz ver e tocar.
sábado, 20 de abril de 2019
A fé é esperança de vida eterna
21 de abril de 2019 | Domingo de Páscoa da Ressurreição
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«Porque buscais entre os mortos Aquele que está vivo? Não está aqui: ressuscitou. Lembrai-vos como Ele vos falou, quando ainda estava na Galileia: ‘O Filho do homem tem de ser entregue às mãos dos pecadores, tem de ser crucificado e ressuscitar ao terceiro dia’»
A fé é já o princípio da vida eterna, permite-nos viver já a experiência do alegre antegozo do Céu. Acolhendo a vida de Deus em nós, vivendo a nossa relação alegre, livre, consciente, responsável com Ele, procurando partilhá-la na caridade com os outros, saboreamos desde já um pouco daquilo que é viver plenamente em Deus.
Quando vivemos envolvidos pelo amor de Deus, quando acolhemos a vida do Ressuscitado e a partilhamos, uns com os outros, no amor, e quando caminhamos na certeza de que o amor de Deus nos dará vida plena, então toda a nossa vida é envolvida nesse amor que é o próprio Deus.
Durante esta semana, agradece a vida do Ressuscitado que recebeste no Batismo, e recorda esse momento perguntando aos teus pais, padrinhos, avós ou outros familiares como viveram esse dia. Em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz também esta breve oração:
Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!
Na 7ª pétala da tua Flor Pascal escreve ESPERANÇA DE VIDA ETERNA, e reza esta oração:
Senhor,
coloco a última pétala nesta flor pedindo-Te que,
também em mim, possa florir, cada vez mais,
a beleza e a alegria da fé!
Completo esta flor na alegria pascal da ressurreição.
Com Jesus, a vida vence a morte, e abre-se, também para mim,
a esperança da vida eterna.
É dessa vida que experimento, desde já, quando estou próximo de Ti.
Pela fé, saboreio na terra a alegria do Céu.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
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Cf. Lc 24, 1-12
A fé é já o princípio da vida eterna, permite-nos viver já a experiência do alegre antegozo do Céu. Acolhendo a vida de Deus em nós, vivendo a nossa relação alegre, livre, consciente, responsável com Ele, procurando partilhá-la na caridade com os outros, saboreamos desde já um pouco daquilo que é viver plenamente em Deus.
Quando vivemos envolvidos pelo amor de Deus, quando acolhemos a vida do Ressuscitado e a partilhamos, uns com os outros, no amor, e quando caminhamos na certeza de que o amor de Deus nos dará vida plena, então toda a nossa vida é envolvida nesse amor que é o próprio Deus.
Durante esta semana, agradece a vida do Ressuscitado que recebeste no Batismo, e recorda esse momento perguntando aos teus pais, padrinhos, avós ou outros familiares como viveram esse dia. Em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz também esta breve oração:
Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!
Na 7ª pétala da tua Flor Pascal escreve ESPERANÇA DE VIDA ETERNA, e reza esta oração:
Senhor,
coloco a última pétala nesta flor pedindo-Te que,
também em mim, possa florir, cada vez mais,
a beleza e a alegria da fé!
Completo esta flor na alegria pascal da ressurreição.
Com Jesus, a vida vence a morte, e abre-se, também para mim,
a esperança da vida eterna.
É dessa vida que experimento, desde já, quando estou próximo de Ti.
Pela fé, saboreio na terra a alegria do Céu.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
sexta-feira, 19 de abril de 2019
Sexta-feira Santa
Na sexta-feira Santa, dia em que a Igreja comemora a morte a morte de Jesus, a Via Sacra Paroquial teve início na capela do Casal de Relvas, pelas 15h. Acompanhando o Evangelho de São João, foram representadas as 14 estações que iniciaram com o gesto do lava-pés, na Última Ceia, até ao momento da crucificação e morte, representadas já na igreja paroquial, e a sepultura de Jesus.
Seguiu-se a Celebração de Sexta-feira Santa, com o gesto da adoração da cruz e a distribuição da comunhão, neste dia em que a Igreja não celebra a Eucaristia.
Mais fotografias desta Via sacra AQUI.
Seguiu-se a Celebração de Sexta-feira Santa, com o gesto da adoração da cruz e a distribuição da comunhão, neste dia em que a Igreja não celebra a Eucaristia.
Mais fotografias desta Via sacra AQUI.
quinta-feira, 18 de abril de 2019
Quinta-feira Santa
Na Quinta-feira Santa a Igreja comemora a instituição da Eucaristia e do sacramento da Ordem, e o mandato de Jesus sobre a caridade, expresso no gesto do lava-pés.Na paróquia da Calvaria, a celebração da Ceia do Senhor incluiu este gesto tão significativo, envolvendo os mais pequenos da catequese da Calvaria e de São Jorge.
segunda-feira, 15 de abril de 2019
Sagração do novo altar da igreja paroquial da Calvaria
No passado domingo, dia 14 de abril, Domingo de Ramos, e início da Semana Santa, tendo concluídas as obras de readequação litúrgica do presbitério da igreja paroquial, a celebração da Eucaristia, para além do rito próprio de bênção do ramos, com início no adro da igreja, e da já agendada Festa da Vida do grupo do 8º ano da catequese, ficou marcada pelo rito da sagração do novo altar.
O altar, pensado a partir da simbologia das mãos de Santa Marta, padroeira da Paróquia, estão abertas em sinal do serviço de Marta no acolhimento a Jesus em sua casa, em Betânia, mas também de súplica quando se encontra com o Senhor, na morte de seu irmão Lázaro, neste altar em que é colocada a mesa para celebrar o dom da vida que Jesus faz de si mesmo, na cruz, antecipado nesse gesto de entrega do Pão e do Vinho, na Última Ceia com os discípulos.
O rito da sagração do altar é marcado pela unção com o óleo do Crisma, assim como a sua incensação. É então colocada a toalha, e acesas as velas e luzes que iluminam o novo altar, onde se acolhem os dons para a celebração da Eucaristia.
Além do altar, todo o espaço do presbitério ganhou uma nova configuração com uma nova presidência, e a disposição do Ambão, do Sacrário, da Pia Batismal e da imagem da Padroeira no espaço celebrativo.
Também foi feita uma clarabóia para a entrada de luz natural diretamente sobre o altar, e toda a reestruturação do tecto do presbitério. No corpo da igreja, foi construída um espaço lateral para o reposicionamento do órgão.
Mais imagens deste dia podem ser vistas AQUI.
O altar, pensado a partir da simbologia das mãos de Santa Marta, padroeira da Paróquia, estão abertas em sinal do serviço de Marta no acolhimento a Jesus em sua casa, em Betânia, mas também de súplica quando se encontra com o Senhor, na morte de seu irmão Lázaro, neste altar em que é colocada a mesa para celebrar o dom da vida que Jesus faz de si mesmo, na cruz, antecipado nesse gesto de entrega do Pão e do Vinho, na Última Ceia com os discípulos.
O rito da sagração do altar é marcado pela unção com o óleo do Crisma, assim como a sua incensação. É então colocada a toalha, e acesas as velas e luzes que iluminam o novo altar, onde se acolhem os dons para a celebração da Eucaristia.
Além do altar, todo o espaço do presbitério ganhou uma nova configuração com uma nova presidência, e a disposição do Ambão, do Sacrário, da Pia Batismal e da imagem da Padroeira no espaço celebrativo.
Também foi feita uma clarabóia para a entrada de luz natural diretamente sobre o altar, e toda a reestruturação do tecto do presbitério. No corpo da igreja, foi construída um espaço lateral para o reposicionamento do órgão.Mais imagens deste dia podem ser vistas AQUI.
quarta-feira, 10 de abril de 2019
Programa da Semana Santa a Visita Pascal
QUINTA-FEIRA SANTA, 18 DE ABRIL20h00: Missa da Ceia do Senhor
21h00: Adoração Eucarística
SEXTA-FEIRA SANTA, 19 DE ABRIL
11h30: Confissões
15h00: Via Sacra Paroquial (início no Casal do Relvas) e Celebração da Paixão (na Igreja Paroquial)
SÁBADO SANTO, 20 DE ABRIL
21h30: Vigília Pascal
DOMINGO DE PÁSCOA, 21 DE ABRIL
09h30: Missa na Igreja de São Jorge
11h00: Missa na Igreja Paroquial
12h00: Visita Pascal: Calvaria Cima (parte)
14h30: Visita Pascal: Calvaria Cima (parte), Calvaria Baixo (parte)
SEGUNDA-FEIRA DE PÁSCOA, 22 DE ABRIL16h00: Missa na Igreja dos Casais de Matos
16h30: Visita Pascal: Casais de Matos
QUINTA-FEIRA DE PÁSCOA, 25 DE ABRIL
10h00: Visita Pascal: Carqueijal e Cabeceiras
10h30: Visita Pascal: Calvaria Cima (parte), Calvaria Baixo (parte), Casais de Além, Casal Ruivo e Quinta de São Paio
20h00: Missa na Igreja Paroquial
SEXTA-FEIRA DE PÁSCOA, 26 DE ABRIL
14h30: Missa no Centro de Dia
18h00: Visita Pascal: Estrada da Calvaria e Chão da Feira
SÁBADO DE PASCOELA, 27 DE ABRIL
10h00: Missa na Igreja do Casal do Relvas
10h45: Visita Pascal: Casal do Relvas
DOMINGO DE PASCOELA, 28 DE ABRIL
11h00: Missa na Igreja Paroquial
14h30: Visita Pascal: São Jorge
A fé é confiança na relação
14 de abril de 2019 | Domingo de Ramos
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Era já quase meio-dia, quando as trevas cobriram toda a terra, até às três horas da tarde, porque o sol se tinha eclipsado. O véu do templo rasgou-se ao meio. E Jesus exclamou com voz forte: «Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». Dito isto, expirou.
A fé é certa, mais certa que qualquer conhecimento humano, porque se funda na própria Palavra de Deus, que não pode mentir. Nós acreditamos por causa da autoridade do próprio Deus revelador, que não pode enganar-se nem enganar-nos, e quanto mais nos aproximamos de Deus, mais confiamos. Crescendo na amizade, crescemos também na confiança, na segurança que Ele nos dá!
É nessa confiança e segurança plena que escutamos as palavras de Jesus no momento da sua morte na cruz: «Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». Ele sabe que está nas mãos do Pai, por isso não receia entregar-se totalmente.
Durante esta Semana Santa, procura crescer também nesta confiança vivendo de perto o que aconteceu com Jesus, desde a Ceia (na quinta-feira santa) à morte na cruz (na sexta-feira santa), e a ressurreição na vigília pascal ou domingo de Páscoa. Em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz também esta breve oração:
Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!
Na 6ª pétala da tua Flor Pascal escreve CONFIANÇA NA RELAÇÃO, e reza esta oração:
Senhor, coloco a sexta pétala nesta flor pedindo-Te que,
também em mim, possa florir, cada vez mais, a beleza e a alegria da fé!
Faz-me contemplar a confiança com que Jesus se entregou na cruz,
entregando-se totalmente nas tuas mãos de Pai.
E ajuda-me a viver com a mesma confiança, com a garantia que me dá Jesus,
e que a fé é absolutamente segura.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Era já quase meio-dia, quando as trevas cobriram toda a terra, até às três horas da tarde, porque o sol se tinha eclipsado. O véu do templo rasgou-se ao meio. E Jesus exclamou com voz forte: «Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». Dito isto, expirou.
Cf. Lc 22, 14 – 23, 56
A fé é certa, mais certa que qualquer conhecimento humano, porque se funda na própria Palavra de Deus, que não pode mentir. Nós acreditamos por causa da autoridade do próprio Deus revelador, que não pode enganar-se nem enganar-nos, e quanto mais nos aproximamos de Deus, mais confiamos. Crescendo na amizade, crescemos também na confiança, na segurança que Ele nos dá!
É nessa confiança e segurança plena que escutamos as palavras de Jesus no momento da sua morte na cruz: «Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». Ele sabe que está nas mãos do Pai, por isso não receia entregar-se totalmente.
Durante esta Semana Santa, procura crescer também nesta confiança vivendo de perto o que aconteceu com Jesus, desde a Ceia (na quinta-feira santa) à morte na cruz (na sexta-feira santa), e a ressurreição na vigília pascal ou domingo de Páscoa. Em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz também esta breve oração:
Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!
Na 6ª pétala da tua Flor Pascal escreve CONFIANÇA NA RELAÇÃO, e reza esta oração:
Senhor, coloco a sexta pétala nesta flor pedindo-Te que,
também em mim, possa florir, cada vez mais, a beleza e a alegria da fé!
Faz-me contemplar a confiança com que Jesus se entregou na cruz,
entregando-se totalmente nas tuas mãos de Pai.
E ajuda-me a viver com a mesma confiança, com a garantia que me dá Jesus,
e que a fé é absolutamente segura.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
sábado, 6 de abril de 2019
A fé é garantia de salvação
7 de abril de 2019 | 5º Domingo da Quaresma
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Jesus ergueu-Se e disse-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?». Ela respondeu: «Ninguém, Senhor». Disse então Jesus: «Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar».
A fé é uma força sobrenatural de que necessariamente precisamos para alcançar a salvação: vivendo próximos de Deus, acolhemos a sua vida que torna a nossa vida mais bonita, melhor, mais feliz – e isso é sermos salvos, agora, no presente, e no caminho que fazemos para o encontro definitivo com Deus na eternidade. O pecado é tudo o que não nos deixa ser verdadeiramente felizes, tudo o que torna a nossa vida menos bonita, tudo o que nos faz piores… Como aquela mulher que foi apresentada a Jesus, também nós podemos ter a certeza de que Ele é capaz de nos levantar, de nos tornar melhores pelo seu perdão, de nos apontar um caminho de verdadeira felicidade: “Vai e não tornes a pecar”.
Durante esta semana, procura fazer um “exame de consciência”: perceber o bem e o mal que vives no teu dia a dia, o que em ti é pecado, para poderes pedir perdão a Deus, se possível com a celebração do sacramento da Reconciliação. Em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz também esta breve oração:
Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!
Na 5ª pétala da tua Flor Pascal escreve GARANTIA DE SALVAÇÃO, reza esta oração:
Senhor, coloco a quinta pétala nesta flor pedindo-Te que,
também em mim, possa florir, cada vez mais, a beleza e a alegria da fé!
Tu vens até mim para me ofereceres a tua misericórdia,
o teu acolhimento, o teu perdão, o teu amor incondicional
que me renova e torna a minha vida mais bonita e feliz.
Tu me dás a tua vida e salvação.
Não me condenas, mas desafia-me a ser melhor.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Jesus ergueu-Se e disse-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?». Ela respondeu: «Ninguém, Senhor». Disse então Jesus: «Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar».
Cf. Jo 8, 1-11
A fé é uma força sobrenatural de que necessariamente precisamos para alcançar a salvação: vivendo próximos de Deus, acolhemos a sua vida que torna a nossa vida mais bonita, melhor, mais feliz – e isso é sermos salvos, agora, no presente, e no caminho que fazemos para o encontro definitivo com Deus na eternidade. O pecado é tudo o que não nos deixa ser verdadeiramente felizes, tudo o que torna a nossa vida menos bonita, tudo o que nos faz piores… Como aquela mulher que foi apresentada a Jesus, também nós podemos ter a certeza de que Ele é capaz de nos levantar, de nos tornar melhores pelo seu perdão, de nos apontar um caminho de verdadeira felicidade: “Vai e não tornes a pecar”.
Durante esta semana, procura fazer um “exame de consciência”: perceber o bem e o mal que vives no teu dia a dia, o que em ti é pecado, para poderes pedir perdão a Deus, se possível com a celebração do sacramento da Reconciliação. Em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz também esta breve oração:
Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!
Na 5ª pétala da tua Flor Pascal escreve GARANTIA DE SALVAÇÃO, reza esta oração:
Senhor, coloco a quinta pétala nesta flor pedindo-Te que,
também em mim, possa florir, cada vez mais, a beleza e a alegria da fé!
Tu vens até mim para me ofereceres a tua misericórdia,
o teu acolhimento, o teu perdão, o teu amor incondicional
que me renova e torna a minha vida mais bonita e feliz.
Tu me dás a tua vida e salvação.
Não me condenas, mas desafia-me a ser melhor.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
quarta-feira, 3 de abril de 2019
Celebrações vespertinas no fim-de-semana da Peregrinação Diocesana a Fátima
No próximo domingo, dia 7 de abril, não haverá a celebração da missa na igreja paroquial da Calvaria. As celebrações na paróquia serão vespertinas, no sábado, dia 6 de abril: às 18h, na igreja paroquial, e às 19h15 em São Jorge.
No próximo domingo, dia 7 de abril, vai realizar-se a 87ª peregrinação diocesana a Fátima, sob o tema “Ao encontro de Cristo com Maria e Francisco Marto”.
O tema e programa inserem-se neste ano pastoral a que se junta a celebração do centenário da morte de S. Francisco Marto.
O programa geral tem início pelas 9h15, com a caminhada de 5 locais diferentes, em direção à Capelinha (o local do início da ´paróquia da Calvaria será na rotunda junto à rodoviária de Fátima), às 10h00 a Saudação a Nossa Senhora e oração do Rosário, e às 11h00 a procissão e celebração da Eucaristia (no altar do recinto). Após o almoço convívio por vigararias nos parques, às 14h30 há duas propostas: ou o filme/documentário “Os três Pastorinhos de Fátima” (no Salão Bom Pastor, no Centro Pastoral Paulo VI), ou a visita guiada à exposição “Capela Mundi”, sobre a história da Capelinha (convívio de S. Agostinho, na parte inferior da SS. Trindade). O programa termina com o concerto comemorativo do centenário da morte de S. Francisco Marto, com início às 15h30, na basílica de Nossa Senhora do Rosário.
No próximo domingo, dia 7 de abril, vai realizar-se a 87ª peregrinação diocesana a Fátima, sob o tema “Ao encontro de Cristo com Maria e Francisco Marto”.
O tema e programa inserem-se neste ano pastoral a que se junta a celebração do centenário da morte de S. Francisco Marto.
O programa geral tem início pelas 9h15, com a caminhada de 5 locais diferentes, em direção à Capelinha (o local do início da ´paróquia da Calvaria será na rotunda junto à rodoviária de Fátima), às 10h00 a Saudação a Nossa Senhora e oração do Rosário, e às 11h00 a procissão e celebração da Eucaristia (no altar do recinto). Após o almoço convívio por vigararias nos parques, às 14h30 há duas propostas: ou o filme/documentário “Os três Pastorinhos de Fátima” (no Salão Bom Pastor, no Centro Pastoral Paulo VI), ou a visita guiada à exposição “Capela Mundi”, sobre a história da Capelinha (convívio de S. Agostinho, na parte inferior da SS. Trindade). O programa termina com o concerto comemorativo do centenário da morte de S. Francisco Marto, com início às 15h30, na basílica de Nossa Senhora do Rosário.
sexta-feira, 29 de março de 2019
A fé é encontro na liberdade
31 de março de 2019 | 4º Domingo da Quaresma
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Então, caindo em si, disse: ‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai. Pôs-se a caminho e foi ter com o pai.
A fé é um encontro com Deus, uma resposta ao dom que Ele nos dá a conhecer, que precisa de ser assumido por nós, com liberdade. A fé requer a nossa vontade livre e lucidez para nos abandonarmos a esse abraço que Deus nos oferece. Como o filho da parábola do Evangelho, também nós precisamos de “cair em nós”, decidirmos levantar-nos e pôr-nos a caminho da casa do Pai.
Durante esta semana, procura “cair em ti” e perceberes como estás a viver o teu encontro com Jesus Cristo. Escreve o que mais te aproxima de Deus, e o que ainda precisas de fazer para aprofundar essa relação. Em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz também esta breve oração:
Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!
Na 4ª pétala da tua Flor Pascal escreve ENCONTRO NA LIBERDADE, e reza esta oração:
Senhor, coloco a quarta pétala nesta flor pedindo-Te que,
também em mim, possa florir, cada vez mais,
a beleza e a alegria da fé!
Quero agradecer-te, pois sei que, como Pai,
me dás a liberdade para te responder
e ir ao teu encontro, sabendo que sempre me esperas, de braços abertos,
para me envolveres no teu amor.
Ajuda-me a “cair em mim” e a perceber que só contigo estou em casa.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
No próximo domingo, a nossa Diocese está em Peregrinação ao Santuário de Fátima. Procura participar nesse momento em que, com Maria, caminhamos para Deus.
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Então, caindo em si, disse: ‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai. Pôs-se a caminho e foi ter com o pai.
Cf. Lc 15, 1-3, 11-32
A fé é um encontro com Deus, uma resposta ao dom que Ele nos dá a conhecer, que precisa de ser assumido por nós, com liberdade. A fé requer a nossa vontade livre e lucidez para nos abandonarmos a esse abraço que Deus nos oferece. Como o filho da parábola do Evangelho, também nós precisamos de “cair em nós”, decidirmos levantar-nos e pôr-nos a caminho da casa do Pai.
Durante esta semana, procura “cair em ti” e perceberes como estás a viver o teu encontro com Jesus Cristo. Escreve o que mais te aproxima de Deus, e o que ainda precisas de fazer para aprofundar essa relação. Em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz também esta breve oração:
Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!
Na 4ª pétala da tua Flor Pascal escreve ENCONTRO NA LIBERDADE, e reza esta oração:
Senhor, coloco a quarta pétala nesta flor pedindo-Te que,
também em mim, possa florir, cada vez mais,
a beleza e a alegria da fé!
Quero agradecer-te, pois sei que, como Pai,
me dás a liberdade para te responder
e ir ao teu encontro, sabendo que sempre me esperas, de braços abertos,
para me envolveres no teu amor.
Ajuda-me a “cair em mim” e a perceber que só contigo estou em casa.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.
No próximo domingo, a nossa Diocese está em Peregrinação ao Santuário de Fátima. Procura participar nesse momento em que, com Maria, caminhamos para Deus.
sábado, 23 de março de 2019
"24 horas para o Senhor"
Acolhendo a proposta do Santo Padre, confirmada pelo nosso Bispo na mensagem da Quaresma, de 29 para 30 de março teremos as “24 horas para o Senhor”, um tempo de adoração prolongado, no qual toda a comunidade é convidada a dedicar algum tempo à oração, com a possibilidade de celebrar o sacramento da reconciliação.
Este ano, na igreja paroquial da Calvaria, o programa das "24 horas para o Senhor" terá início às 18h30 de sexta-feira, dia 29 de março, e termina pelas 18h30 de sábado, dia 30. Haverá adoração durante toda a noite, convidando-se aqueles que puderem a estar algum tempo na presença do Santíssimo.
O programa para a presença de grupos organizados segue o seguinte horário:
Sexta-feira, 29 de março:
18:30 - Celeb. Penitencial e Confissões
19:00 - Missa e Exposição Santíssimo
19:30 - 7º ano da catequese
20:15 - 8º ano da catequese
21:00 - 9º ano da catequese
22:00 - 10º ano e jovens
Sábado, 30 de março:
00:00 - Adoração noturna contínua
09:00 - Celeb. Penitencial e Confissões
10:30 - Missa
11:00 - Idosos e doentes | Conf. SVP
12:00 - Terço do Santíssimo
13:00 - Oração Mariana
14:00 - 1º ano da catequese
14:30 - 2º ano da catequese
15:00 - 3º ano da catequese
15:30 - 4º ano da catequese
16:15 - 5º ano da catequese
17:00 - 6º ano da catequese
17:45 - Retiro Popular
18:30 - Bênção do Santíssimo
Quanto possível, o Pároco estará disponível para diálogo e confissões.
Este ano, na igreja paroquial da Calvaria, o programa das "24 horas para o Senhor" terá início às 18h30 de sexta-feira, dia 29 de março, e termina pelas 18h30 de sábado, dia 30. Haverá adoração durante toda a noite, convidando-se aqueles que puderem a estar algum tempo na presença do Santíssimo.
O programa para a presença de grupos organizados segue o seguinte horário:
Sexta-feira, 29 de março:
18:30 - Celeb. Penitencial e Confissões
19:00 - Missa e Exposição Santíssimo
19:30 - 7º ano da catequese
20:15 - 8º ano da catequese
21:00 - 9º ano da catequese
22:00 - 10º ano e jovens
Sábado, 30 de março:
00:00 - Adoração noturna contínua
09:00 - Celeb. Penitencial e Confissões
10:30 - Missa
11:00 - Idosos e doentes | Conf. SVP
12:00 - Terço do Santíssimo
13:00 - Oração Mariana
14:00 - 1º ano da catequese
14:30 - 2º ano da catequese
15:00 - 3º ano da catequese
15:30 - 4º ano da catequese
16:15 - 5º ano da catequese
17:00 - 6º ano da catequese
17:45 - Retiro Popular
18:30 - Bênção do Santíssimo
Quanto possível, o Pároco estará disponível para diálogo e confissões.
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