Após o cancelamento do primeiro encontro (por se verificar um tempo muito agreste) os encontros do curso de iniciação à Bíblia, vão ter lugar nos dias 16, 23 e 30 de janeiro, e 6, 20, e 27 de fevereiro 2020, das 21h às 22h30, no Centro Paroquial da Batalha, orientado pelo Frei Manuel Antunes.
As inscrições podem ser feitas no Cartório ou diretamente para: 244 765 140, ou batalha@leiria-fatima.pt
Esta formação destina-se a todos os que desejarem aprofundar o seu conhecimento sobre a Sagrada Escritura, das paróquias da Batalha e da vigararia.
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
terça-feira, 12 de novembro de 2019
Perseverança na esperança
17 de novembro de 2019 | 33º Domingo do Tempo Comum
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A destruição do templo e da cidade de Jerusalém (anunciado neste texto do Evangelho, e que aconteceu no ano 70 da era cristã) não é sinal do fim do mundo, nem os terramotos ou guerras, nem as perseguições. Não é o medo mas a esperança que Jesus anuncia! A Igreja vai passar por tempos difíceis, na história haverá calamidades incompreensíveis... No entanto, não é para a destruição que caminhamos, mas para a vida, e a vida em plenitude!
Não sigamos os falsos profetas que nos querem conquistar pelo medo, não nos deixemos dominar por quem nos quer traçar um destino escrito de antemão: na liberdade e no amor, caminhamos para Deus, fonte de esperança, para quem valemos tanto que nem um só cabelo da cabeça se perderá!
Enquanto Igreja, caminhamos na esperança e, neste mundo concreto, somos convidados a abraçar o projeto de testemunhar o Reino que pode crescer em nós e por nós. Perseverança, é a palavra que marca a presença cristã, de quem olha e trabalha o mundo com esperança.
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A destruição do templo e da cidade de Jerusalém (anunciado neste texto do Evangelho, e que aconteceu no ano 70 da era cristã) não é sinal do fim do mundo, nem os terramotos ou guerras, nem as perseguições. Não é o medo mas a esperança que Jesus anuncia! A Igreja vai passar por tempos difíceis, na história haverá calamidades incompreensíveis... No entanto, não é para a destruição que caminhamos, mas para a vida, e a vida em plenitude!
Não sigamos os falsos profetas que nos querem conquistar pelo medo, não nos deixemos dominar por quem nos quer traçar um destino escrito de antemão: na liberdade e no amor, caminhamos para Deus, fonte de esperança, para quem valemos tanto que nem um só cabelo da cabeça se perderá!
Enquanto Igreja, caminhamos na esperança e, neste mundo concreto, somos convidados a abraçar o projeto de testemunhar o Reino que pode crescer em nós e por nós. Perseverança, é a palavra que marca a presença cristã, de quem olha e trabalha o mundo com esperança.
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Oração para a Semana dos Seminários
Senhor Jesus Cristo,
fonte de vida nova,
Tu que não olhas ao que somos
mas ao que podemos chegar a ser,
abre caminhos de construção do Reino,
ajudando-nos a ser mansos e humildes de coração.
Tu que vives e revelas o imenso amor do Pai,
nós te pedimos que continues
a despertar o coração dos jovens
para que aceitem o desafio de Te seguir,
caminhando em liberdade, sem medos e resistências,
e, animados pelo Espírito Santo,
se lancem as redes para a pesca.
Por intercessão da Virgem Maria e de São José,
nós Te pedimos pelos Seminários, pelos seminaristas
e por todos os jovens a quem chamas e envias.
Faz que neles brotem sinais de esperança,
sementes de entrega e verdadeiro serviço.
Concede-nos, pela graça do batismo,
o dom da escuta da Tua voz e da resposta generosa,
colaborando na edificação do Reino de Deus.
Ámen.
Tu que não olhas ao que somos
mas ao que podemos chegar a ser,
abre caminhos de construção do Reino,
ajudando-nos a ser mansos e humildes de coração.
Tu que vives e revelas o imenso amor do Pai,
nós te pedimos que continues
a despertar o coração dos jovens
para que aceitem o desafio de Te seguir,
caminhando em liberdade, sem medos e resistências,
e, animados pelo Espírito Santo,
se lancem as redes para a pesca.
Por intercessão da Virgem Maria e de São José,
nós Te pedimos pelos Seminários, pelos seminaristas
e por todos os jovens a quem chamas e envias.
Faz que neles brotem sinais de esperança,
sementes de entrega e verdadeiro serviço.
Concede-nos, pela graça do batismo,
o dom da escuta da Tua voz e da resposta generosa,
colaborando na edificação do Reino de Deus.
Ámen.
Um Deus de vivos
10 de novembro de 2019 | 32º Domingo do Tempo Comum
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Na discussão com os saduceus, Jesus afirma a centralidade da fé no «Deus de vivos» que garante a ressurreição como a esperança que ilumina a vida cristã.
De facto, a ressurreição é a esperança que dá sentido a toda a caminhada de quem se propõe seguir Jesus. A fé cristã torna a esperança da ressurreição uma certeza absoluta, pois Cristo ressuscitou e quem se identifica com Cristo nascerá com Ele para a vida nova e definitiva.
Mas a certeza da ressurreição não pode ser apenas uma realidade que esperamos para o futuro. Ela é uma realidade que influencia, desde já, a nossa existência terrena: é o horizonte da ressurreição que deve marcar as nossas opções, os nossos valores, as nossas atitudes. É a certeza da ressurreição que nos dá a coragem de enfrentar as forças da morte que dominam o mundo, de forma a que o novo céu e a nova terra que nos esperam comecem a desenhar-se desde já.
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Na discussão com os saduceus, Jesus afirma a centralidade da fé no «Deus de vivos» que garante a ressurreição como a esperança que ilumina a vida cristã.De facto, a ressurreição é a esperança que dá sentido a toda a caminhada de quem se propõe seguir Jesus. A fé cristã torna a esperança da ressurreição uma certeza absoluta, pois Cristo ressuscitou e quem se identifica com Cristo nascerá com Ele para a vida nova e definitiva.
Mas a certeza da ressurreição não pode ser apenas uma realidade que esperamos para o futuro. Ela é uma realidade que influencia, desde já, a nossa existência terrena: é o horizonte da ressurreição que deve marcar as nossas opções, os nossos valores, as nossas atitudes. É a certeza da ressurreição que nos dá a coragem de enfrentar as forças da morte que dominam o mundo, de forma a que o novo céu e a nova terra que nos esperam comecem a desenhar-se desde já.
sábado, 2 de novembro de 2019
Caminhada de São Martinho
Uma iniciativa da Comissão da Festa em honra de Santa Marta de 2020, agendada para 10 de novembro: caminha e almoço, ou só almoço, toda a informação está no cartaz!
Nascidos em 1944 convidam para Festa
24 de novembro, último domingo do ano litúrgico no qual a Igreja celebra a Festa de Jesus Cristo Rei do Universo, foi o dia escolhido para a celebração festiva dos que completam 75 anos neste ano de 2019, dedicando a festa ao Sagrado Coração de Jesus, e convidam toda a população a celebrar em conjunto com eles.
Deixar-se olhar por Jesus que passa...
3 de novembro de 2019 | 31º Domingo do tempo Comum
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A história de Zaqueu é uma história de olhares. O olhar de Zaqueu, que quer ver Jesus, e por isso não deixa que a sua pequenez o impossibilite de olhar Aquele que procura: é um olhar de busca, de vontade de se reencontrar no encontro com Jesus.
Depois, o olhar de Jesus, um olhar que identifica, acolhe e compromete, um olhar que faz compreender a vontade que Deus tem de se fazer próximo de cada um, de habitar a casa de cada um.
E o olhar da multidão, que conserva a história de Zaqueu e é incapaz de perceber que também ele é chamado à salvação.
Em Jesus revela-se o olhar de Deus sobre a humanidade. Perante o homem que busca, Ele olha com a vontade de fazer chagar a cada um a certeza do amor que chama pelo nome, que acolhe cada um na sua situação, e lhe abre, no perdão, a possibilidade de um novo rumo. Como Zaqueu, deixarmo-nos olhar por Jesus. Com Jesus, aprender a olhar os outros. Com a multidão, perceber o quanto fechamos o nosso olhar à misericórdia e ao perdão...
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A história de Zaqueu é uma história de olhares. O olhar de Zaqueu, que quer ver Jesus, e por isso não deixa que a sua pequenez o impossibilite de olhar Aquele que procura: é um olhar de busca, de vontade de se reencontrar no encontro com Jesus.
Depois, o olhar de Jesus, um olhar que identifica, acolhe e compromete, um olhar que faz compreender a vontade que Deus tem de se fazer próximo de cada um, de habitar a casa de cada um.
E o olhar da multidão, que conserva a história de Zaqueu e é incapaz de perceber que também ele é chamado à salvação.
Em Jesus revela-se o olhar de Deus sobre a humanidade. Perante o homem que busca, Ele olha com a vontade de fazer chagar a cada um a certeza do amor que chama pelo nome, que acolhe cada um na sua situação, e lhe abre, no perdão, a possibilidade de um novo rumo. Como Zaqueu, deixarmo-nos olhar por Jesus. Com Jesus, aprender a olhar os outros. Com a multidão, perceber o quanto fechamos o nosso olhar à misericórdia e ao perdão...
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