Programa da Paróquia

sexta-feira, 15 de março de 2019

A Fé é escuta e resposta

17 de março de 2019 | 2º Domingo da Quaresma
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Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspeto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente… Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O»

Cf. Lc 9, 28b-36

A fé é um dom de Deus que precisamos de acolher e alimentar, para que possa crescer em nós. Para viver, crescer e perseverar até ao fim na fé, temos de a alimentar com a Palavra de Deus.

Na transfiguração de Jesus, Ele que é Palavra de Deus que se fez um connosco, é esse apelo que acolhemos: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». E se Deus nos fala pela sua Palavra, nós somos convidados a responder pela fé.

Durante esta semana, em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, volta a ler o texto do Evangelho deste domingo e faz esta breve oração:

Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!

Na 2ª pétala da tua Flor Pascal escreve "ESCUTA E RESPOSTA", e reza esta oração:

Senhor, coloco a segunda pétala nesta flor pedindo-Te que, também em mim, possa florir, cada vez mais, a beleza e a alegria da fé!
Que a tua Palavra seja por mim escutada, para que possa descer ao meu coração e tornar-se vida em mim.
Que a luz que brilha do rosto de Jesus seja a luz que me ilumina e guia para responder ao teu amor.
Senhor, eu acredito em Ti, mas aumenta a minha fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen.

sexta-feira, 8 de março de 2019


A Fé é um Dom de Deus

10 de março de 2019 | 1º Domingo da Quaresma
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim


Durante quarenta dias, Jesus esteve no deserto… Nesses dias não comeu nada e, passado esse tempo, sentiu fome. O Diabo disse-lhe: «Se és Filho de Deus, manda a esta pedra que se transforme em pão». Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Nem só de pão vive o homem’»
Cf. Lc 4, 1-13

Durante quarenta dias, também nós temos um “tempo de deserto”: a Quaresma. Tempo para nos libertarmos do que está a mais, mas sobretudo para apreciarmos o que temos de melhor e valorizarmos o que é mais importante.

Entre tantas coisas boas que recebemos (a nossa vida, a família, os amigos, a saúde e a educação…), há uma a que vamos procurar dar uma atenção muito particular: o dom da fé. Vamos tentar perceber “de que é feita” a nossa fé, as suas características. E, como numa flor, que vai florir totalmente na Páscoa, em cada semana uma pétala vai ajudar-nos a crescer na beleza e na alegria da fé.

Neste primeiro domingo, ficamos com uma certeza: a fé é um dom, um presente de Deus. Acreditamos porque, primeiro, Ele vem até nós e nos dá a conhecer o seu amor! Sempre que rezamos a pedir que a nossa fé aumente, ela cresce de verdade, porque estamos a abrir o nosso coração à sua presença.

Durante esta semana, em cada dia, de manhã ao acordar, ou à noite, ao deitar, faz esta breve oração:

Senhor, eu creio em Ti, mas aumenta a minha fé!

Na 1ª pétala da tua Flor Pascal escreve "DOM", e reza esta oração:

Senhor, ao iniciar este tempo da Quaresma, coloco a primeira pétala nesta flor pedindo-Te que,também em mim, possa florir, cada vez mais, a beleza e a alegria da fé!
Perante as tentações, não me deixes cair na descrença e no desânimo, mas dá-me a certeza de que em Ti encontro a fonte da verdadeira vida, pois “nem só de pão vive o homem”. Senhor, aumenta em mim o dom da fé!
Isto te peço por Jesus, na unidade do Espírito Santo. Ámen

Depois, prepara uma pétala da flor para levares para a celebração do próximo fim-de-semana.

(materiais para a Campanha da Quaresma AQUI)


sexta-feira, 1 de março de 2019

Passeio Pedestre a 10 de março


De que está cheio o nosso coração?

3 de março de 2019 | 8º Domingo do Tempo Comum
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Aquilo que nos enche o coração e que nós testemunhamos é a verdade de Jesus, ou são os nossos interesses e os nossos critérios? O Evangelho deste domingo ajuda-nos ter presentes os critérios para discernir quando estamos a manifestar em nós a ação de Deus.

O cristão, que o é de verdade, é aquele que deixa transparecer nas suas palavras e na sua vida, a proposta de Jesus, e isso manifesta-se em frutos de comunhão, união, fraternidade, amor. Só iluminados pela luz de Jesus teremos a capacidade para ajudar outros a encontrar a Verdade e a Vida que Ele é: por isso a necessidade de sempre nos deixarmos purificar, tirar as traves que ofuscam o nosso olhar, e deixar que em nós frutifiquem os frutos de Espírito…

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Ser à imagem de Deus

7º Domingo do Tempo Comum | 24 de fevereiro de 2019
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Jesus não dá lições de filantropia, mas convida os seus interlocutores a erguer os olhos para Deus seu Pai, a fim de se tornarem semelhantes a Ele. Porque Deus é bom para com os ingratos e os maus, o homem deve procurar ser bom para com todos. Porque Deus é misericordioso, o homem é convidado a perdoar. Não é uma lição de moral, mas fundamentalmente um ato de fé do qual decorre um conjunto de comportamentos.

Jesus, o Filho de Deus Altíssimo, veio tirar o homem de tudo aquilo que o pode afastar da semelhança com Deus, o pecado. Jesus é a perfeita imagem de Deus. Dirá mesmo: “Quem Me viu, viu o Pai”. As suas palavras são palavra de Deus, os seus gestos são gestos de Deus. O desafio está em procurarmos ser semelhantes a Jesus, ser perfeitos como o Pai celeste é perfeito. (in: Portal dos Dehonianos)

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Quem é ou não bem-aventurado?

17 de fevereiro de 2019 | 6º Domingo do Tempo Comum
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São Lucas inicia este “discurso da planície” com quatro bem-aventuranças. Os destinatários destas bem-aventuranças são os pobres, os que têm fome, os que choram, os que são perseguidos.

A palavra usada por Lucas define uma classe de pessoas privadas de bens e à mercê da prepotência e da violência dos ricos e dos poderosos. São os desprotegidos e explorados, os pequenos e sem voz, as vítimas da injustiça, que com frequência são privados dos seus direitos e da sua dignidade pela arbitrariedade dos poderosos. Serão eles, precisamente, os primeiros destinatários da salvação de Deus, porque estão numa situação intolerável de debilidade e Deus, na sua bondade, quer derramar sobre eles a sua bondade, a sua misericórdia, a sua salvação. A salvação de Deus dirige-se prioritariamente a estes porque eles, na sua simplicidade, humildade, disponibilidade e despojamento, estão mais abertos para acolher a proposta que Deus lhes faz em Jesus.

As bem-aventuranças manifestam o que Jesus já havia dito no início da sua atividade na sinagoga de Nazaré: Ele é enviado pelo Pai ao mundo, com a missão de libertar os oprimidos. Aos pequenos, aos privados de direitos e de dignidade, aos simples e humildes, Jesus diz que Deus os ama de uma forma especial e que quer oferecer-lhes a vida e a liberdade plenas. Por isso eles são “bem-aventurados”.