Programa da Paróquia

sábado, 31 de março de 2018

A alegria de ser Igreja encontra a sua fonte na ressurreição de Jesus

1 de abril de 2018 | Domingo de Páscoa
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim

«Não vos assusteis. Procurais a Jesus de Nazaré, o Crucificado? Ressuscitou: não está aqui. Vede o lugar onde O tinham depositado. Agora ide dizer aos seus discípulos e a Pedro que Ele vai adiante de vós para a Galileia. Lá O vereis, como vos disse»

Cf. Mc 16, 1-8

A alegria de ser Igreja encontra a sua fonte na ressurreição de Jesus!

Jesus venceu o pecado e a morte, e abre para nós o horizonte da eternidade. Por isso, a Páscoa é dia de festa e de alegria, dia de agradecer a vida que Jesus nos dá, de redescobrir o dom da fé e do batismo, de celebrar a certeza de que Jesus está vivo e nos alimenta na Eucaristia.

Um desafio para viver em família:
Retira da cruz a imagem de Jesus e, como sinal da sua ressurreição, coloca no seu lugar uma fita de tecido branco com a frase “Alegria de ser Igreja”. Neste dia de Páscoa faz todos os possíveis por participar na Missa.

Para rezar em família:
Nós Vos louvamos ó Deus, nós vos bendizemos, Senhor, pela nossa Igreja diocesana e pelo amor com que a conduzistes ao longo destes cem anos após a sua restauração.
Nós Vos damos graças pelos dons com que a agraciastes, pelas tantas testemunhas de fé, amor e santidade que nos precederam.
Humildemente Vos pedimos perdão pelos nossos pecados, que ofuscam a beleza da Vossa Igreja.
Dai à nossa Diocese e suas comunidades um espírito missionário capaz de despertar o entusiasmo da fé e de suscitar vocações laicais, sacerdotais e à vida religiosa.
E Vós, ó nossa Mãe e Padroeira, Senhora de Fátima, abençoai esta vossa Diocese e guiai-nos no caminho que conduz até Deus e ao encontro dos irmãos sobretudo dos mais frágeis e pobres.
Ajudai-nos, ó Mãe, a ser fermento do Evangelho da alegria e da misericórdia nesta nossa terra por Vós tão amada! Ámen

sexta-feira, 23 de março de 2018

Programa da Semana Santa e Visita Pascal 2018

DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR
Sábado, 24 de março:
17h30: Via Sacra nas ruas de São Jorge seguida da Bênção do Ramos e Missa
(com a Festa da Vida do 8º ano da Catequese)

Domingo, 25 de março:
11H00: Bênção dos Ramos (Largo da Igreja), seguida de Procissão para a Igreja e Missa

QUINTA-FEIRA SANTA, 29 DE MARÇO
11h00: Missa Crismal, na Sé
20h00: Missa da Ceia do Senhor (com a participação da catequese)
21h00: Adoração Eucarística

SEXTA-FEIRA SANTA, 30 DE MARÇO
11h30: Confissões
15h00: Via Sacra (Quinta de São Paio) e Celebração da Paixão (Igreja Paroquial)

SÁBADO SANTO, 31 DE MARÇO
22h00: Solene Vigília Pascal

DOMINGO DE PÁSCOA, 1 DE ABRIL
09h30: Missa (Igreja São Jorge)
11h00: Missa (Igreja Paroquial)
12h00: Visita Pascal: Calvaria Cima
14h30: Visita Pascal: Calvaria Cima, Calvaria Baixo, Quinta S. Paio, Agueiro, Casais Além

SEGUNDA-FEIRA DE PÁSCOA, 2 DE ABRIL
16h00: Missa na Igreja Casais de Matos
16h30: Visita Pascal: Casais de Matos

SEXTA-FEIRA DE PÁSCOA, 6 DE ABRIL
18h00: Visita Pascal: Estrada da Calvaria e Chão da Feira

SÁBADO DE PASCOELA, 7 DE ABRIL
10h00: Missa na Igreja Casal do Relvas
10h45: Visita Pascal: Casal do Relvas
11h00: Visita Pascal: Carqueijal e Cabeceiras
20h00: Missa vespertina em S. Jorge

DOMINGO DE PASCOELA, 8 DE ABRIL
11h00: Missa (Igreja Paroquial)
14h30: Visita Pascal: São Jorge

A Igreja vive e alimenta-se da vida que Jesus entrega por nós

25 de março de 2018 | Domingo de Ramos

E às três horas da tarde, Jesus clamou com voz forte: «Eloí, Eloí, lemá sabactáni?».Que quer dizer: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?». Alguns dos presentes, ouvindo isto, disseram: «Está a chamar por Elias». Alguém correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a na ponta duma cana, deu-Lhe a beber e disse: «Deixa ver se Elias vem tirá-l’O dali». Então Jesus, soltando um grande brado, expirou.
Cf. Mc 14, 1 – 15, 47

Jesus morre na cruz. A Igreja vive e alimenta-se da vida que Jesus entrega por nós. Em cada paróquia da nossa Diocese, é a mesma vida que nos une e reúne na fé. Há 100 anos que acolhemos juntos esta vida que celebramos, de um modo particularmente intenso, nesta Semana Santa.

Um desafio para viver em família
Coloca uma imagem de Jesus na tua cruz. Para nós cristãos, a Semana Santa é a mais marcante de todas as semanas: acompanhamos Jesus no caminho da sua morte e ressurreição. Procura viver estes dias participando nas celebrações de quinta e sexta-feira santa, e na vigília pascal ou na missa do domingo de Páscoa.

Para rezar: Nós Vos louvamos ó Deus, nós Vos bendizemos, ó Senhor, pela nossa Igreja diocesana de Leiria-Fátima e pelo amor com que a conduziste ao longo destes cem anos após a sua restauração. Nós Vos agradecemos pela vida que ofereceste por nós, ao Pai, na cruz. Ámen.
Da carta pastoral do Sr. Bispo (nº 9): A paróquia é uma comunidade de fiéis onde se gera a fé no dia-a-dia da vida das pessoas, onde se vive a alegria da comunhão e da participação na vitalidade da comunidade cristã. É a Igreja enraizada num lugar, presente no meio das casas dos homens, mais próxima à vida das pessoas: “a família de Deus, como uma fraternidade animada pelo espírito de unidade”. Porém, não é uma ilha ou feudo isolado e autossuficiente. É antes uma célula viva da Igreja diocesana; por isso mesmo, só encontra a sua plena realização na comunhão com ela.

sábado, 17 de março de 2018

Fazer ver Jesus na Igreja Diocesana

18 de março de 2018 | 5º Domingo da Quaresma
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim

Alguns gregos foram ter com Filipe e fizeram-lhe este pedido: «Senhor, nós queríamos ver Jesus». Filipe foi dizê-lo a André; e então André e Filipe foram dizê-lo a Jesus. Jesus respondeu-lhes: «Chegou a hora em que o Filho do homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto. E quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim».
Cf. Mc 1, 12-15

Para chegar até Jesus, alguns gregos pediram ajuda aos seus discípulos… A Igreja, comunidade dos discípulos de Jesus, tem a missão de continuar a ajudar as pessoas a chegar até Ele. Para isso, deve crescer sempre mais na fé.

Ao celebrar 100 anos de história, o Sr. Bispo lembra-nos a forma de crescer na fé. Uma das maneiras é estarmos todos “reunidos à volta do bispo” com os padres, como vai acontecer na Peregrinação Diocesana a Fátima.

Um desafio para viver em família
Numa parte da tua cruz escreve “Igreja Diocesana de Leiria-Fátima”. Regista também um momento marcante do que viveste na Peregrinação a Fátima.

Para rezar: Nós Vos louvamos ó Deus, nós Vos bendizemos, ó Senhor, pela nossa Igreja diocesana de Leiria-Fátima e pelo amor com que a conduziste ao longo destes cem anos após a sua restauração.
E Vós, ó nossa Mãe e Padroeira, Senhora de Fátima, abençoai esta vossa Diocese e guiai-nos no caminho que conduz até Deus e ao encontro dos irmãos sobretudo dos mais frágeis e pobres. Ámen.

Da carta pastoral do Sr. Bispo (nº 9): A Igreja nasce, cresce, toma forma e corpo em toda a parte em que homens e mulheres, pela fé e pelo batismo, recebem o dom do Espírito, acolhem a Palavra do Evangelho, celebram a Santa Eucaristia e os sacramentos da graça de Deus, vivem o amor fraterno, reunidos à volta do ministério apostólico do bispo com o seu presbitério.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Semana da Diocese na Paróquia da Calvaria

De 4 a 11 de março, a paróquia da Calvaria viveu a "Semana da Diocese", com o objectivo de aprofundar o sentido de pertença à Igreja Diocesana de Leiria-Fátima, e dar graças que património cristão que acolhemos nestes 100 anos da restauração da nossa Diocese.

Foram várias as iniciativas que marcaram esta semana. A começar pela inauguração do novo espaço da Conferência São Vicente de Paulo da paróquia, no domingo, dia 4 de março, que marcou o sentido de uma Igreja ao serviço, saindo ao encontro dos mais necessitados. Nesse dia também foi inaugurada a exposição sobre os Bispos que serviram a nossa Diocese ao longo dos últimos 100 anos, e que se encontra ainda patente na igreja paroquial.

Durante a semana, a celebração da Eucaristia em cada comunidade foi também uma oportunidade para celebrar e viver em ação de graças, além de possibilitar que cada um deixasse a sua marca na bandeira da Festa da Fé na nossa paróquia. Na Calvaria, foi apresentada a imagem restaurada de Santa Marta, e em Casal do Relvas, a imagem restaurada de São Sebastião.

Na quarta-feira, dia 7, o Mons. Luciano Paulo Guerra presidiu à celebração da Eucaristia na igreja paroquial, seguindo-se um tempo de apresentação e diálogo sobre a identidade da igreja diocesana, e a importância de Fátima na nossa Diocese.

Na sexta-feira e no sábado, no tempo de adoração das "24 horas para o Senhor", foi sobretudo um tempo de louvor pelo dom da Igreja, e da nossa Diocese. Todos quantos passaram pela igreja paroquial, nos vários momentos e grupos, tiveram a possibilidade de deixar também a sua marca na bandeira da Festa da Fé.

A terminar, no domingo, dia 11 de março, a paróquia fez-se peregrina da Sé, onde foi recebida na igreja-mãe da Diocese pelo Bispo, D. António Marto.

Vigararia da Batalha fechou ciclo de peregrinações à Sé

Terminamos com chave-de-ouro o ciclo de peregrinações à Catedral de Leiria”, considerou o Bispo diocesano, D. António Marto, no domingo 11 de março, no final da jornada que mobilizou cerca de quatro centenas de pessoas da vigararia da Batalha.

O início da peregrinação estava previsto em caminhada, mas a chuva e o vento dessa tarde obrigaram a transferir a dinâmica prevista para dentro do templo. Um grupo de jovens e adultos da paróquia da Calvaria apresentou uma encenação sobre a história da Restauração da Diocese, cujo centenário é o móbil destas peregrinações, culminando com o desenvolvimento da temática da carta pastoral do Bispo diocesano para este ano, concentrada nas palavras “sair”, “escutar” e “festejar”. Em jeito de celebração, os textos e os gestos foram intercalados com cânticos, orientados por um grupo da paróquia das Pedreiras.

Uma “aberta” permitiu que todos saíssem para o adro da Sé, onde D. António Marto fez, simbolicamente, o acolhimento aos peregrinos. Se há uns anos foi ele a percorrer as paróquias em visita pastoral, onde se sentiu “acolhido em festa”, esta ocasião serve também para “retribuir essa visita”, na igreja onde tem a sua sede e de onde exerce o seu múnus de pastor. Em resposta, uma largada de balões com “mensagens de amor” à Diocese, preparadas pelos vários anos de todos os centros de catequese da vigararia, retribuiu a expressão de alegria pelo reencontro.

De regresso ao interior, as bandeiras das várias paróquias abriram o cortejo, simbolizando a união de todas as comunidades ao Bispo e a esta Igreja particular de Leiria-Fátima. Depois, em tom coloquial e envolvendo as crianças e os adultos em diálogo, o pároco da Sé, padre Gonçalo Diniz, fez as “honras” da casa. Primeiro, dando a conhecer alguns dos marcos históricos desta diocese, datas, pessoas, acontecimentos que se cruzam necessariamente com a própria história e significado desta igreja catedral. Depois, explicando algumas das características estéticas, arquitetónicas e artísticas do templo e do seu recheio, que ajudam a acompanhar e a compreender a própria história que por ele passou ao longo de séculos. Dois desses pormenores: o “objeto que a torna diferente de todas as outras igrejas” e de onde deriva o seu nome, a cadeira (sede ou cátedra) do Bispo; e a pedra branca que lhe dá a cor dominante, vinda da Ataíja, território da paróquia de Aljubarrota, desta vigararia da Batalha.

Chegou, então, o centro do programa comemorativo, a celebração da Eucaristia, com animação coral e instrumental pelo grupo da Comunidade Cristã da Golpilheira, reforçado com elementos dos corais da Batalha, dos Casais do Ledos e da Calvaria. Os acólitos da Batalha, os leitores de Aljubarrota, o peditório e ofertório por leigos do Juncal, o rito de envio preparado por Reguengo do Fetal e Pedreiras completaram o conjunto de funções na celebração, significando, também, a união de todas as comunidades nesta Ação de Graças.

As leituras do dia apresentavam Jesus como sinal supremo do amor de Deus, o Filho enviado para nossa salvação. “É um amor que a humanidade seria incapaz de imaginar”, sublinhou D. António Marto, apontando “ternura, afeto, bondade, graça e fidelidade” como características desse amor que “nos dá toda a confiança e alegria”. O Bispo diocesano reforçou que “Jesus é o centro de todo o Evangelho e o que nos dá a certeza de que o amor de Deus é infinitamente maior do que o nosso coração e do que o nosso pecado”, um amor que “nunca nos abandona”, que “não desiste de cada um de nós” e “é capaz de transformar em graça a vida mais desgraçada”.

A partir desta palavra, D. António Marto defendeu que esse é o papel da Igreja, que “não está no mundo para condenar, mas para ser lugar do amor infinito de Deus”. E deixou aos fiéis da vigararia da Batalha três desafios: a “renovar a fidelidade ao amor de Deus”, a “viver como filhos dignos desse amor”, e a “manifestar aos outros esse amos, em obras de misericórdia, para que todos tenham uma vida digna, boa, fraterna, justa e alegre”.

O rito de envio, no final da celebração, foi como que a aceitação deste convite. Representantes de cada paróquia vieram receber das mãos do Bispo um candelabro aceso e a missão de serem “mensageiros do Evangelho da paz e testemunhas do amor de Deus no mundo”, a “evangelizar os pobres e consolar os corações atribulados”, a “partilhar com alegria e entusiasmo a fé” e a “levar um sorriso de esperança e um abraço de paz para todos os que encontrarem no caminho quotidiano”.

LMF, in: leiria-fatima.pt

quinta-feira, 15 de março de 2018

Festa do Pai Nosso das crianças do 2º ano

Grupo da Calvaria
No passado fim-de-semana, dias 3 e 4 de março, as crianças do 2º ano da paróquia da Calvaria viveram a Festa do Pai Nosso, na qual receberam o texto da oração que Jesus ensinou aos discípulos. O tempo entre o Natal e a Páscoa é, para o 2º ano da catequese, o tempo para aprofundar o conhecimento desta que é a grande oração dos cristãos.

Por isso, receberam dos seus pais a oração do Pai Nosso enquanto eram convidados a rezá-la todos os dias, a aprenderem a viver sempre com a confiança de serem filhos de Deus, procurando viver como irmãos de todos.

O grupo de São Jorge teve a sua festa no sábado, dia 3, na missa vespertina, e o grupo da Calvaria na celebração do domingo, dia 4.