quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Visita às obras na casa paroquial
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Apresentação dos catequistas e acolhimento das crianças do 1º ano
No fim-de-semana de 24 e 25 de outubro, as celebrações da paróquia da Calvaria vão ser marcadas por dois acontecimentos muito importantes da Catequese: os catequistas vão ser apresentados à comunidade, e enviados para esta missão que assumem, em nome da Igreja, no apoio às famílias, para a educação cristã das crianças e adolescentes desta Paróquia; e as crianças do 1º ano, que iniciam a sua caminhada catequética, vão ser acolhidos e apresentados à comunidade que os quer apoiar nesta caminhada de progressivo conhecimento e seguimento de Jesus Cristo.
No sábado, dia 24, pelas 19h, será a comunidade que se reúne na igreja de São Jorge a viver este momento festivo, na missa vespertina. No domingo, dia 25, na missa das 11h, será na igreja paroquial da Calvaria.
Tendo iniciado as suas atividades há algumas semanas, este será o primeiro grande momento celebrativo com a participação de toda a catequese no início do novo ano pastoral. Neste ano dedicado a Maria, Mãe de Ternura e de Misericórdia, pediremos também à Mãe do Céu a sua bênção para as crianças e adolescentes da catequese, para as suas famílias, para os catequistas, e para toda a comunidade que é convidada a ser uma "catequese viva" onde se acolhe, vive, partilha, testemunha e anuncia a alegria de ser cristão!
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Sermos grandes com os outros, para os outros, servindo os outros
18 de outubro de 2015 | 29º Domingo do Tempo Comum | Ano B
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Ficar ao pé de Jesus. Estar sempre presente e ver o que Ele faz, ouvir o que Ele diz, ter a experiência no imediato. Quem não quereria estar ao pé de Jesus? A resposta de Jesus é desconcertante… beber o cálice que Ele está para beber. Nem hesitam, mesmo sem saberem bem o que estão a pedir. Jesus diz que o beberão. Dirá isso a todos os que se aproximam d’Ele. Mas sentar-se à direita e à esquerda, é para quem o Pai determina.
Os outros indignaram-se com eles. Certamente que sentiam o mesmo que eles. Também eles não percebiam muito bem. Sentiam o mesmo que Tiago e João. Mas talvez estivessem indignados com a antecipação dos seus companheiros. Todos ansiariam por aqueles lugares.
Jesus aproveita para lhes mostrar como deve ser entre eles: ser grande, é ser reconhecido pelos outros. E haverá alguém a quem nós reconheçamos mais do que aquele que está atento a nós, que nos serve? Esse é o lugar ocupado pelos nossos pais e a quem fez as suas vezes, aos quais estamos reconhecidos para sempre. Esta é a glória do Amor. Sermos grandes com os outros, para os outros, servindo os outros. Jesus nunca exerceu domínio sobre nós, mas amou-nos, sofrendo por nós. Isaías entrevê isto mesmo. A glória do Justo, Sumo sacerdote que tudo pode, que tudo faz por quem ama – cada um de nós. Toda a Igreja, chamada a ser discípula missionária deve replicar este amor que se compadece, abraça, chama a si, todos e cada um dos que o buscam. Amor que serve. Que recria a vitória da cruz, sempre que vence a dor com o amor.
In: Guião Missionário 2015
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
Ficar ao pé de Jesus. Estar sempre presente e ver o que Ele faz, ouvir o que Ele diz, ter a experiência no imediato. Quem não quereria estar ao pé de Jesus? A resposta de Jesus é desconcertante… beber o cálice que Ele está para beber. Nem hesitam, mesmo sem saberem bem o que estão a pedir. Jesus diz que o beberão. Dirá isso a todos os que se aproximam d’Ele. Mas sentar-se à direita e à esquerda, é para quem o Pai determina.
Os outros indignaram-se com eles. Certamente que sentiam o mesmo que eles. Também eles não percebiam muito bem. Sentiam o mesmo que Tiago e João. Mas talvez estivessem indignados com a antecipação dos seus companheiros. Todos ansiariam por aqueles lugares.
Jesus aproveita para lhes mostrar como deve ser entre eles: ser grande, é ser reconhecido pelos outros. E haverá alguém a quem nós reconheçamos mais do que aquele que está atento a nós, que nos serve? Esse é o lugar ocupado pelos nossos pais e a quem fez as suas vezes, aos quais estamos reconhecidos para sempre. Esta é a glória do Amor. Sermos grandes com os outros, para os outros, servindo os outros. Jesus nunca exerceu domínio sobre nós, mas amou-nos, sofrendo por nós. Isaías entrevê isto mesmo. A glória do Justo, Sumo sacerdote que tudo pode, que tudo faz por quem ama – cada um de nós. Toda a Igreja, chamada a ser discípula missionária deve replicar este amor que se compadece, abraça, chama a si, todos e cada um dos que o buscam. Amor que serve. Que recria a vitória da cruz, sempre que vence a dor com o amor.
In: Guião Missionário 2015
sábado, 10 de outubro de 2015
Semana das Missões na Calvaria
A Igreja dedica este mês de outubro às missões, tendo como ponto alto o Dia Mundial das Missões, a 18 de outubro, este ano com o tema «Missão, o que o amor não pode calar», estando disponível um Guião com materiais de apoio.
E este ano, na diocese de Leiria-Fátima, a vigararia da Batalha foi a escolhida para acolher as principais atividades desta Semana Missionária que antecede o Dia das Missões: de 11 a 18 de outubro, as várias paróquias irão receber a presença e testemunho de missionários.
A Vigília Missionária Diocesana será também na nossa vigararia, na igreja matriz da Batalha, na sexta-feira, dia 16 de outubro, pelas 21h.
Nesta Semana das Missões, receberemos, na segunda-feira, dia 12, um grupo de missionários na paróquia da Calvaria, com o seguinte programa:
15h00 - Visita ao Centro de Dia
20h30 - Celebração da Missa, na igreja paroquial
21h00 - Encontro Missionário, com o testemunho de alguns missionários do grupo missionário diocesano (Ondjoyetu), na igreja paroquial, dirigido a toda a comunidade.
Para além destas atividades, fica o convite a rezar pelas Missões:
Espírito Santo,
que descestes sobre os apóstolos
e os fizeste anunciadores do Evangelho:
derrama os teus dons sobre cada um de nós
e torna-nos sensíveis aos apelos
e às necessidades dos nossos irmãos;
desperta nos corações das famílias,
das crianças, dos jovens e adultos
o ideal missionário;
dá força e coragem a todos quantos
se entregam totalmente ao serviço da Missão.
Amén.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
O olhar de simpatia de Jesus
11 de outubro de 2015 | 28º Domingo do Tempo Comum (Ano B)
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
O homem que se aproxima de Jesus procura «alcançar a vida eterna»... mas falta-lhe uma visão certa desta «Vida». Fica-se pelo “fazer”... Jesus convida-o a mudar de lógica: não se trata de vida eterna a ganhar, mas de seguir Jesus. Como se a vida eterna fosse estar com Jesus! Eis a grande transformação que Jesus vem provocar. Não se trata primeiro de fazer esforços para obedecer a mandamentos; trata-se primeiro de entrar numa relação de amor com Jesus. Mais profundamente ainda, trata-se primeiro de descobrir que Jesus, Ele em primeiro lugar, nos ama.
É neste contexto que se compreende a referência de Marcos: “Jesus olhou para ele com simpatia (amor)”. É este olhar que transforma tudo. Jesus quer fazer compreender ao homem rico que lhe falta o essencial: deixar-se amar em primeiro lugar, descobrir que todos os seus bens materiais nunca poderão preencher esta necessidade vital para todo o homem de ser amado. As riquezas do homem impediram-no de ler tudo isto no olhar de Jesus. O homem partiu. Mas Jesus não lhe retirou o seu olhar de amor…
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
O homem que se aproxima de Jesus procura «alcançar a vida eterna»... mas falta-lhe uma visão certa desta «Vida». Fica-se pelo “fazer”... Jesus convida-o a mudar de lógica: não se trata de vida eterna a ganhar, mas de seguir Jesus. Como se a vida eterna fosse estar com Jesus! Eis a grande transformação que Jesus vem provocar. Não se trata primeiro de fazer esforços para obedecer a mandamentos; trata-se primeiro de entrar numa relação de amor com Jesus. Mais profundamente ainda, trata-se primeiro de descobrir que Jesus, Ele em primeiro lugar, nos ama.
É neste contexto que se compreende a referência de Marcos: “Jesus olhou para ele com simpatia (amor)”. É este olhar que transforma tudo. Jesus quer fazer compreender ao homem rico que lhe falta o essencial: deixar-se amar em primeiro lugar, descobrir que todos os seus bens materiais nunca poderão preencher esta necessidade vital para todo o homem de ser amado. As riquezas do homem impediram-no de ler tudo isto no olhar de Jesus. O homem partiu. Mas Jesus não lhe retirou o seu olhar de amor…
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Aprofundar o conhecimento da Fé
Terças-feiras, 15 em 15 dias,
no Seminário em Leiria, das 21h às 23h
Escola Diocesana Razões da Esperança
O primeiro dia de formação na Escola Diocesana Razões Esperança é na terça-feira, dia 6 de outubro, pelas 21h. Funciona a um ritmo quinzenal, sempre à terça-feira, das 21h às 23h, oferecendo um vasto leque de possibilidades formativas.
Este semestre, serão oferecidas duas disciplinas na primeira hora (21h - 21h45): do curso geral da escola, a disciplina “Cristo, Deus e Homem”, orientada pelo P. Manuel Henrique; e uma disciplina complementar, no espírito do tema do novo ano pastoral, “Maria, mãe de Deus e nossa mãe”, orientada pelo Mons. Luciano Guerra.
Na segunda hora (22h - 23h), continuará a ser oferecida formação específica a vários serviços de pastoral: Curso de Iniciação de Catequistas; Pedagogia do Curso Geral de Catequistas; Catequese Familiar; Escola Paroquial de Pais; Escola de Leitores; Escola de Ministros da Comunhão; Canto Litúrgico; Movimento Cursos de Cristandade; e uma nova oferta, direcionada à vida espiritual: o projeto “Ensina-nos a rezar”, organizado ao jeito de uma “escola” de oração.
Para mais informações, visite a página do Centro de Formação e Cultura de Leiria-Fátima
no Seminário em Leiria, das 21h às 23h
Escola Diocesana Razões da Esperança
O primeiro dia de formação na Escola Diocesana Razões Esperança é na terça-feira, dia 6 de outubro, pelas 21h. Funciona a um ritmo quinzenal, sempre à terça-feira, das 21h às 23h, oferecendo um vasto leque de possibilidades formativas.
Este semestre, serão oferecidas duas disciplinas na primeira hora (21h - 21h45): do curso geral da escola, a disciplina “Cristo, Deus e Homem”, orientada pelo P. Manuel Henrique; e uma disciplina complementar, no espírito do tema do novo ano pastoral, “Maria, mãe de Deus e nossa mãe”, orientada pelo Mons. Luciano Guerra.
Na segunda hora (22h - 23h), continuará a ser oferecida formação específica a vários serviços de pastoral: Curso de Iniciação de Catequistas; Pedagogia do Curso Geral de Catequistas; Catequese Familiar; Escola Paroquial de Pais; Escola de Leitores; Escola de Ministros da Comunhão; Canto Litúrgico; Movimento Cursos de Cristandade; e uma nova oferta, direcionada à vida espiritual: o projeto “Ensina-nos a rezar”, organizado ao jeito de uma “escola” de oração.
Para mais informações, visite a página do Centro de Formação e Cultura de Leiria-Fátima
sábado, 3 de outubro de 2015
«Não separe o homem o que Deus uniu»
27º Domingo do Tempo Comum | Ano B
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
“Não separe o homem o que Deus uniu…” Jesus coloca o dedo na ferida… O divórcio é sempre um fracasso, um sofrimento. Mas entrou nos costumes como uma realidade normal, um “direito”! Jesus está contra a corrente… Palavra incompreensível para muitos homens e mulheres, qualquer que seja a sua idade!
Na sua resposta aos fariseus, Jesus recorre a um critério a que geralmente se presta pouca atenção. Vai ao “princípio da criação”, à vontade primeira, à vontade criadora de Deus. Ora, esta vontade é que os seres humanos se tornem “imagens de Deus”, na medida em que aceitem entrar uns e outros nas relações de amor recíproco, porque Ele, Deus, é eterno movimento de amor no seu Ser mais profundo. O casal humano, antes mesmo da questão da procriação, é chamado por Deus a tornar-se o primeiro lugar de incarnação deste movimento de amor. O amor humano, sob todas as suas formas, não nasceu dos acasos da evolução biológica. É dom de Deus. Quando os homens recusam este dom, impedem Deus de imprimir neles a sua imagem. Na realidade, vão contra a vontade criadora, introduzem uma desordem na criação tal como Deus a quis. Porque Ele escuta plenamente o seu Pai e acolhe sem quaisquer reticências nem recusas a vontade de amor do seu Pai, Jesus, e apenas Ele, pode colocar-nos na luz de Deus Criador e da sua vontade criadora. Mas isso supõe que aceitemos escutar Jesus, tomar Jesus na nossa vida. Só poderemos compreender a exigência de unidade e de fidelidade no amor humano se aceitarmos tornar-nos, dia após dia, discípulos, mais ainda, amigos de Jesus.
Para resolver os nossos problemas afectivos, temos razão em recorrer à psicologia, à psicoterapia do casal. Mas isso não basta. A verdadeira falta é uma falta de profundidade espiritual. Não servirá de nada a Igreja repetir sem cessar a sua oposição ao divórcio se, primeiro, não fizer imensos esforços para ajudar a redescobrir um verdadeiro acompanhamento com Jesus, revelador do amor do Pai.
in: Portal dos Dehonianos
Leituras | Comentário | Avisos | Boletim
“Não separe o homem o que Deus uniu…” Jesus coloca o dedo na ferida… O divórcio é sempre um fracasso, um sofrimento. Mas entrou nos costumes como uma realidade normal, um “direito”! Jesus está contra a corrente… Palavra incompreensível para muitos homens e mulheres, qualquer que seja a sua idade!
Na sua resposta aos fariseus, Jesus recorre a um critério a que geralmente se presta pouca atenção. Vai ao “princípio da criação”, à vontade primeira, à vontade criadora de Deus. Ora, esta vontade é que os seres humanos se tornem “imagens de Deus”, na medida em que aceitem entrar uns e outros nas relações de amor recíproco, porque Ele, Deus, é eterno movimento de amor no seu Ser mais profundo. O casal humano, antes mesmo da questão da procriação, é chamado por Deus a tornar-se o primeiro lugar de incarnação deste movimento de amor. O amor humano, sob todas as suas formas, não nasceu dos acasos da evolução biológica. É dom de Deus. Quando os homens recusam este dom, impedem Deus de imprimir neles a sua imagem. Na realidade, vão contra a vontade criadora, introduzem uma desordem na criação tal como Deus a quis. Porque Ele escuta plenamente o seu Pai e acolhe sem quaisquer reticências nem recusas a vontade de amor do seu Pai, Jesus, e apenas Ele, pode colocar-nos na luz de Deus Criador e da sua vontade criadora. Mas isso supõe que aceitemos escutar Jesus, tomar Jesus na nossa vida. Só poderemos compreender a exigência de unidade e de fidelidade no amor humano se aceitarmos tornar-nos, dia após dia, discípulos, mais ainda, amigos de Jesus.
Para resolver os nossos problemas afectivos, temos razão em recorrer à psicologia, à psicoterapia do casal. Mas isso não basta. A verdadeira falta é uma falta de profundidade espiritual. Não servirá de nada a Igreja repetir sem cessar a sua oposição ao divórcio se, primeiro, não fizer imensos esforços para ajudar a redescobrir um verdadeiro acompanhamento com Jesus, revelador do amor do Pai.
in: Portal dos Dehonianos
Subscrever:
Mensagens (Atom)





